terça-feira, 13 de julho de 2010
Reunião de 12.07.2010
Nós da Associação de Parkinson estivemos reunidos para fazermos fisioterapia, qe foi bastante divertida, soltamos a criança q estava dentro de nós, jogamos bloa ,e sorrimos muito,.Depois tivemos a presença da Roseli, do Inss de Criciuma, que encaminhou aloguns de nossos associados a preencher requerimento para receber 25% de aumento que fazem juz, pq são aposenatdos por Invalidez, o restante do pessoal, vai entarr na justiça, assim como a revisão de pagaemntos.Depois tivemso terapia com a Magda,foi bem interessante, nos divertimso de novo , foi uma brincadeira muito legal.Logo após tivemos acupuntura e sorteio da Rifa do quadro e saiu o número 162.Comprador Assis, Bairo Jardim das Avenidas.Araranguá, tomamos o lanche e nos despedimso com aquele abraço.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
www.amigogamp.com.br
A partir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON
TEMA DA NOITE:
"VOCÊ COLABORA COM SEU CUIDADOR PARA QUE ELE POSSA AJUDAR VOCÊ?"
Samuel, Badu e demais amigos(as) esperam por você
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON
TEMA DA NOITE:
"VOCÊ COLABORA COM SEU CUIDADOR PARA QUE ELE POSSA AJUDAR VOCÊ?"
Samuel, Badu e demais amigos(as) esperam por você
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Seja Bem Vindo Roberto
Portador de Parkinson pedala de Curitiba a Porto Alegre para provar que é possível ser saudável
[23-06-2010]
Para mostrar que pode haver uma boa convivência com doenças crônicas, o ciclista Roberto Coelho, portador do Mal de Parkinson, realizará uma viagem de cerca de 800 km de bicicleta, de Curitiba (PR) a Porto Alegre (RS). O percurso deve ser feito em sete dias e servirá para alertar as pessoas que muitas enfermidades podem ser amenizadas com a prática de esportes. “Desde que descobri que estava doente, aos 25 anos de idade, comecei uma busca por qualidade de vida e encontrei apoio no ciclismo”, conta Coelho, portador da doença há cerca de 30 anos. A viagem faz parte do projeto Faça uma limonada, uma referência ao ditado popular "Se a vida lhe der limões, faça uma limonada".
Mesmo sabendo da gravidade da doença, o ciclista foi otimista e decidiu viver plenamente. Por meio do ciclismo percebeu que a prática de esportes pode melhorar a vida da pessoa que está doente. Desde 2000, o atleta se tornou promotor de eventos de ciclismo, trabalhou na organização do passeio noturno Bike Night, um dos eventos mais importantes do segmento no Paraná. Também trouxe novas modalidades de cicloturismo e realizou no Estado a primeira série completa de provas de resistência Audax, depois de ter participado em Porto Alegre por dois anos consecutivos.
O passeio começará no dia 25 julho e o ponto de partida será a cidade de Curitiba. Ainda nesta data, o ciclista pretende chegar a Joinville às 16h, pedalando uma distância aproximada de 142 km. Para não perder o ritmo, durante todos os dias serão percorridos em torno de 100 km e já no domingo, dia 1º de agosto, Roberto Coelho chegará ao seu destino final, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O atleta está recebendo apoio da Ótima Indústrias Gráficas, Associação Viking, Dinha Gonçalves, Jorge Aoki, Banavilis de C. Cavalheiro Filho, Bridge Comex, Zanatto & Schupp e Renz do Brasil. Os interessados em apoiá-lo podem entrar em contato pelos telefones: 41 9656-8738 ou 41 3366-9654.
Mais sobre Mal de Parkinson
Segundo o Dr. Paulo Rogério M. de Bittencourt, neurologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, a Doença de Parkinson é caracterizada pela associação de distúrbios motores, entre eles a lentidão de movimentos, rigidez corporal, instabilidade de postura, tremor, principalmente em repouso, e costuma se manifestar de maneira diferente do lado esquerdo e direito do corpo. “A causa hereditária da doença vem sendo estudada nos últimos 10 anos. Talvez exista algum fator tóxico ambiental que desencadeie a doença, especialmente naquelas pessoas que possuem predisposição genética. Porém, não há comprovação científica sobre qual o fator ambiental”, comenta o médico. Sobre a atividade física ajudar no combate à enfermidade, o médico considera que existem casos específicos, é preciso levar em consideração o estágio da doença e o comprometimento que o paciente apresenta. “Geralmente são recomendados alongamentos para trabalhar com os músculos mais afetados pelo Mal de Parkinson, mas tudo deve ser feito com acompanhamento médico”, explica.
Acompanhe os preparativos da viagem e o trajeto do ciclista pelo www.parkinsonlimonada.blogspot.com
[23-06-2010]
Para mostrar que pode haver uma boa convivência com doenças crônicas, o ciclista Roberto Coelho, portador do Mal de Parkinson, realizará uma viagem de cerca de 800 km de bicicleta, de Curitiba (PR) a Porto Alegre (RS). O percurso deve ser feito em sete dias e servirá para alertar as pessoas que muitas enfermidades podem ser amenizadas com a prática de esportes. “Desde que descobri que estava doente, aos 25 anos de idade, comecei uma busca por qualidade de vida e encontrei apoio no ciclismo”, conta Coelho, portador da doença há cerca de 30 anos. A viagem faz parte do projeto Faça uma limonada, uma referência ao ditado popular "Se a vida lhe der limões, faça uma limonada".
Mesmo sabendo da gravidade da doença, o ciclista foi otimista e decidiu viver plenamente. Por meio do ciclismo percebeu que a prática de esportes pode melhorar a vida da pessoa que está doente. Desde 2000, o atleta se tornou promotor de eventos de ciclismo, trabalhou na organização do passeio noturno Bike Night, um dos eventos mais importantes do segmento no Paraná. Também trouxe novas modalidades de cicloturismo e realizou no Estado a primeira série completa de provas de resistência Audax, depois de ter participado em Porto Alegre por dois anos consecutivos.
O passeio começará no dia 25 julho e o ponto de partida será a cidade de Curitiba. Ainda nesta data, o ciclista pretende chegar a Joinville às 16h, pedalando uma distância aproximada de 142 km. Para não perder o ritmo, durante todos os dias serão percorridos em torno de 100 km e já no domingo, dia 1º de agosto, Roberto Coelho chegará ao seu destino final, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O atleta está recebendo apoio da Ótima Indústrias Gráficas, Associação Viking, Dinha Gonçalves, Jorge Aoki, Banavilis de C. Cavalheiro Filho, Bridge Comex, Zanatto & Schupp e Renz do Brasil. Os interessados em apoiá-lo podem entrar em contato pelos telefones: 41 9656-8738 ou 41 3366-9654.
Mais sobre Mal de Parkinson
Segundo o Dr. Paulo Rogério M. de Bittencourt, neurologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, a Doença de Parkinson é caracterizada pela associação de distúrbios motores, entre eles a lentidão de movimentos, rigidez corporal, instabilidade de postura, tremor, principalmente em repouso, e costuma se manifestar de maneira diferente do lado esquerdo e direito do corpo. “A causa hereditária da doença vem sendo estudada nos últimos 10 anos. Talvez exista algum fator tóxico ambiental que desencadeie a doença, especialmente naquelas pessoas que possuem predisposição genética. Porém, não há comprovação científica sobre qual o fator ambiental”, comenta o médico. Sobre a atividade física ajudar no combate à enfermidade, o médico considera que existem casos específicos, é preciso levar em consideração o estágio da doença e o comprometimento que o paciente apresenta. “Geralmente são recomendados alongamentos para trabalhar com os músculos mais afetados pelo Mal de Parkinson, mas tudo deve ser feito com acompanhamento médico”, explica.
Acompanhe os preparativos da viagem e o trajeto do ciclista pelo www.parkinsonlimonada.blogspot.com
terça-feira, 6 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
FELIZ ANIVERSÁRIO 2 ANOS
foi em 22.06.2008 que tudo começou, hoje estamos fazendo 2 anos de formação da 1a. reunião da Associaçãod e Parkinson Tocando em Frente... Parabéns , aos membros que estão nesta jornada...

Confira os melhores Recados de Bolo de Aniversário na Internet!

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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Agenda Mês de junhoe julho de 2010
Agenda mês de Junho /Julho
Dia 19.06 Coral casa Célia (mudança)
Dia 21.06 Reunião Centro Comunitário
Dia 25.06 Festa Junina Calçadão 16 hs Participantes de chapéu8 de palha e camisa xadrz
Dia 26.06 não tem coral
Dia 28.06 não tem reunião jogo do Brasil
Dia 03.07 não tem reunião
Dia 05.07 Reunião Centro Comunitário
Dia 10.07 sábado mais 9 hrs calçadão
Dia 12.07 Reunião C.Comunitário (Sorteio da Rifa)e reunião com Roseli do INSS
Dia 17.07 Festa Julina da Associação Casa da Salete(Sanga do Marco)
Encontro 13.30 casa da Célia
Dia 19.07 Reunião C,Comnitário (mensalidades)
Dia 24.07 coral
Dia 26.07 reunião c.comunitário
31.07 coral
Dia 19.06 Coral casa Célia (mudança)
Dia 21.06 Reunião Centro Comunitário
Dia 25.06 Festa Junina Calçadão 16 hs Participantes de chapéu8 de palha e camisa xadrz
Dia 26.06 não tem coral
Dia 28.06 não tem reunião jogo do Brasil
Dia 03.07 não tem reunião
Dia 05.07 Reunião Centro Comunitário
Dia 10.07 sábado mais 9 hrs calçadão
Dia 12.07 Reunião C.Comunitário (Sorteio da Rifa)e reunião com Roseli do INSS
Dia 17.07 Festa Julina da Associação Casa da Salete(Sanga do Marco)
Encontro 13.30 casa da Célia
Dia 19.07 Reunião C,Comnitário (mensalidades)
Dia 24.07 coral
Dia 26.07 reunião c.comunitário
31.07 coral
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Reportagem Correio do Sul
MP cobra atendimento ao Mal de Parkinson
O mal de Parkinson, doença neuro-degenerativa e progressiva que afeta a capacidade motora e emocional dos pacientes, atinge um número significativo de pessoas na cidade.
A Associação de Parkinsonianos Tocando em Frente, conta atualmente com cerca de 60 membros ativos que se reúnem todas as segundas-feiras em uma pequena sala na casa da própria presidente, Maria Célia Figueiredo.
Já de longa data eles vêm enfrentando a dura realidade da falta de estrutura do município, que não oferece profissionais para atuar com os pacientes. Eles precisam contar com a solidariedade de profissionais voluntários que desenvolvem as atividades durante uma vez por semana, nos encontros do grupo, além da boa vontade de órgãos como a Promotoria de Justiça, que sabendo da antiga batalha resolveu intervir.
Na terceira reunião intermediada pelo promotor Leonardo Todeschini, a Secretaria Municipal de Saúde prometeu dar tratamento especializado aos pacientes dentro das normas gerais preconizadas pelo Sistema Único de Saúde- SUS.
Em entrevista ao Correio do Sul, Dr. Leonardo salientou que ficou evidente no encontro as dificuldades estruturais do município para prestar a assistência necessária aos portadores de Parkinson. O transporte que era feito pela Secretaria deixou de ser realizado depois que o veículo sofreu um acidente e ficou sem condições de uso, um dos medicamentos que é de uso complementar está em falta desde janeiro e especialistas como psicólogos e fisioterapeutas ainda não foram contratados em função da anulação do concurso público.
“Sabemos das dificuldades, mas também entendemos que uma solução precisa ser buscada. Como percebemos que existe o real interesse da prefeitura em restabelecer os serviços, no momento estamos apenas intermediando, mas se necessário iremos intervir, inclusive com ação judicial para garantir o acesso”, salientou o promotor.
Dr. Leonardo ressaltou ainda que as intenções do município foram lavradas em ata e que a promotoria aguardará um prazo de 90 dias para verificar se algo de positivo ocorreu. Quanto à contratação dos profissionais, ele acredita que em torno de 120 dias já possa haver novo concurso e este serviço seja restabelecido.
A presidente Maria Célia avalia como positiva a reunião e diz ter certeza de que desta vez os associados terão seus pedidos atendidos. “Agora nos resta ter fé e acreditar que vamos ser tratados com respeito e dignidade. Acreditamos que com a intervenção da promotoria a nossa situação melhore”, conclui.
O jornal Correio do Sul tem acompanhado de perto a luta da Associação de Parkinsonianos para garantir o direito ao atendimento especializado. No início de março, uma reportagem mostrou o problema da falta de apoio da prefeitura e o fim de alguns serviços que eram oferecidos.
No dia 11 de abril, data em que se comemora o dia mundial do parkinsoniano, foi publicada outra reportagem em que os pacientes reclamavam que havia pouco o que comemorar, pois realizavam suas reuniões em um local insalubre e sem auxílio algum do município.
Agora no mês de junho, depois da terceira reunião com a promotoria a situação não mudou muita coisa, no entanto, a esperança aumentou na mesma proporção da determinação dessas pessoas em viver com dignidade e ser feliz.
filete
O mal de Parkinson, doença neuro-degenerativa e progressiva que afeta a capacidade motora e emocional dos pacientes, atinge um número significativo de pessoas na cidade.
A Associação de Parkinsonianos Tocando em Frente, conta atualmente com cerca de 60 membros ativos que se reúnem todas as segundas-feiras em uma pequena sala na casa da própria presidente, Maria Célia Figueiredo.
Já de longa data eles vêm enfrentando a dura realidade da falta de estrutura do município, que não oferece profissionais para atuar com os pacientes. Eles precisam contar com a solidariedade de profissionais voluntários que desenvolvem as atividades durante uma vez por semana, nos encontros do grupo, além da boa vontade de órgãos como a Promotoria de Justiça, que sabendo da antiga batalha resolveu intervir.
Na terceira reunião intermediada pelo promotor Leonardo Todeschini, a Secretaria Municipal de Saúde prometeu dar tratamento especializado aos pacientes dentro das normas gerais preconizadas pelo Sistema Único de Saúde- SUS.
Em entrevista ao Correio do Sul, Dr. Leonardo salientou que ficou evidente no encontro as dificuldades estruturais do município para prestar a assistência necessária aos portadores de Parkinson. O transporte que era feito pela Secretaria deixou de ser realizado depois que o veículo sofreu um acidente e ficou sem condições de uso, um dos medicamentos que é de uso complementar está em falta desde janeiro e especialistas como psicólogos e fisioterapeutas ainda não foram contratados em função da anulação do concurso público.
“Sabemos das dificuldades, mas também entendemos que uma solução precisa ser buscada. Como percebemos que existe o real interesse da prefeitura em restabelecer os serviços, no momento estamos apenas intermediando, mas se necessário iremos intervir, inclusive com ação judicial para garantir o acesso”, salientou o promotor.
Dr. Leonardo ressaltou ainda que as intenções do município foram lavradas em ata e que a promotoria aguardará um prazo de 90 dias para verificar se algo de positivo ocorreu. Quanto à contratação dos profissionais, ele acredita que em torno de 120 dias já possa haver novo concurso e este serviço seja restabelecido.
A presidente Maria Célia avalia como positiva a reunião e diz ter certeza de que desta vez os associados terão seus pedidos atendidos. “Agora nos resta ter fé e acreditar que vamos ser tratados com respeito e dignidade. Acreditamos que com a intervenção da promotoria a nossa situação melhore”, conclui.
O jornal Correio do Sul tem acompanhado de perto a luta da Associação de Parkinsonianos para garantir o direito ao atendimento especializado. No início de março, uma reportagem mostrou o problema da falta de apoio da prefeitura e o fim de alguns serviços que eram oferecidos.
No dia 11 de abril, data em que se comemora o dia mundial do parkinsoniano, foi publicada outra reportagem em que os pacientes reclamavam que havia pouco o que comemorar, pois realizavam suas reuniões em um local insalubre e sem auxílio algum do município.
Agora no mês de junho, depois da terceira reunião com a promotoria a situação não mudou muita coisa, no entanto, a esperança aumentou na mesma proporção da determinação dessas pessoas em viver com dignidade e ser feliz.
filete
sábado, 12 de junho de 2010
SÁBADO MAIS
Participamos hoje pela manhã, com o CORAL DA ASSOCIAÇÃO DE PARKINSON TOCANDO EM FRENTE, no jardim de Araranguá SC
sexta-feira, 11 de junho de 2010
NOTICIAS
Café pode reduzir chances de desenvolver mal de Parkinson
De acordo com uma nova pesquisa, beber café regularmente -de duas a três xícaras diárias- reduz as chances de desenvolver o mal de Parkinson em até um quarto. A informação foi publicada nesta quinta-feira no site do jornal britânico "Telegraph".
O estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Porto, em Portugal, analisou 26 pesquisas anteriores e foi publicado na revista "Journal of Alzheimer's Disease".
Agrupando os resultados, a equipe encontrou uma redução de 25% na chance de desenvolver a doença entre consumidores regulares de café. No entanto, esse número caiu para 14% quando eles estudaram somente mulheres.
Os cientistas ainda descobriram uma ligação direta entre a quantidade de café consumido e a extensão do efeito protetor conferido a ele. A queda do risco para um quarto aconteceu entre aqueles que bebiam entre duas e três xícaras por dia.
Segundo os pesquisadores, "este estudo confirma uma associação inversa entre o consumo de cafeína e o risco de Parkinson, que dificilmente pode ser explicada".
No início deste mês, uma pesquisa semelhante publicada na mesma revista sugeriu que a bebida protege contra o desenvolvimento do Alzheimer.
Keiran Breen, diretor de pesquisa e desenvolvimento da instituição de caridade de Parkinson no Reino Unido, declarou: "Nos últimos anos, surgiram diversos trabalhos científicos que relacionam cafeína e mal de Parkinson".
Segundo o diretor, a personalidade é uma das razões pela qual as pessoas se tornam consumidoras de café ou álcool, por exemplo, e o estilo de vida pode ser determinante para determinar se a pessoa vai desenvolver Alzheimer.
"Eu não diria que as pessoas deviam começar a beber o café agora, para que não desenvolvam Parkinson. Mas é possível que isso seja uma dica e que o café ou a cafeína poderiam ter algum tipo de propriedade de proteção", explicou Breen.
Folha Online
De acordo com uma nova pesquisa, beber café regularmente -de duas a três xícaras diárias- reduz as chances de desenvolver o mal de Parkinson em até um quarto. A informação foi publicada nesta quinta-feira no site do jornal britânico "Telegraph".
O estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Porto, em Portugal, analisou 26 pesquisas anteriores e foi publicado na revista "Journal of Alzheimer's Disease".
Agrupando os resultados, a equipe encontrou uma redução de 25% na chance de desenvolver a doença entre consumidores regulares de café. No entanto, esse número caiu para 14% quando eles estudaram somente mulheres.
Os cientistas ainda descobriram uma ligação direta entre a quantidade de café consumido e a extensão do efeito protetor conferido a ele. A queda do risco para um quarto aconteceu entre aqueles que bebiam entre duas e três xícaras por dia.
Segundo os pesquisadores, "este estudo confirma uma associação inversa entre o consumo de cafeína e o risco de Parkinson, que dificilmente pode ser explicada".
No início deste mês, uma pesquisa semelhante publicada na mesma revista sugeriu que a bebida protege contra o desenvolvimento do Alzheimer.
Keiran Breen, diretor de pesquisa e desenvolvimento da instituição de caridade de Parkinson no Reino Unido, declarou: "Nos últimos anos, surgiram diversos trabalhos científicos que relacionam cafeína e mal de Parkinson".
Segundo o diretor, a personalidade é uma das razões pela qual as pessoas se tornam consumidoras de café ou álcool, por exemplo, e o estilo de vida pode ser determinante para determinar se a pessoa vai desenvolver Alzheimer.
"Eu não diria que as pessoas deviam começar a beber o café agora, para que não desenvolvam Parkinson. Mas é possível que isso seja uma dica e que o café ou a cafeína poderiam ter algum tipo de propriedade de proteção", explicou Breen.
Folha Online
domingo, 30 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Aceitação0
Esta é uma bela história e é também uma história real.
Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade..
A última aula que assisti foi de sociologia....
O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.
O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir"...
A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações...
Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim...
Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's.
Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho...
Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo...
Não me movi um centímetro... Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram...
Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo"...
Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação...
Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado...
O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação..
Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois...
A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam...
Ele disse, "Café já está bom, por favor...", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)...
Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis...
Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha...
Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada...
Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis...
Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!"
Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!"
Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho... Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse, "Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!!"...
Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito......
Nós não vamos muito à Igreja, porém acreditamos em Deus...
Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus...
Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos.
Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu...
E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?"
Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto...
Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados...
Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária...
Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei:
ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.
Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que lerem esta mensagem e aprenderem a:
AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS
-
E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS...
Um anjo foi enviado para assistir você..
Para que este anjo posso trabalhar, envie isto para pessoas que também precisam de anjos em suas vidas.
Um Anjo escreveu:
Muitas pessoas entrarão e sairão de sua vida, mas apenas os verdadeiros amigos deixarão pegadas em seu coração.
Para se controlar, use sua mente...
Para controlar os outros, use seu coração...
Deus dá a cada pássaro seu alimento, mas Ele não joga nenhum alimento em seus ninhos...
Envie de volta, você verá o porque!!
Envie para seus amigos para que eles também possam compartilhar e refletir sobre esta mensagem que hoje você recebeu e que certamente tocou seu coração...
UMA EXCELENTE SEMANA...
QUE DEUS ESTEJA PRESENTE EM SEU CORAÇAO
Salmo 100 : 4
Deus tem visto suas Lutas.
Deus diz que elas estao chegando ao fim.
Uma bençao está vindo em sua direção.
--
Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade..
A última aula que assisti foi de sociologia....
O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.
O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir"...
A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações...
Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim...
Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's.
Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho...
Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo...
Não me movi um centímetro... Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram...
Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo"...
Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação...
Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado...
O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação..
Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois...
A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam...
Ele disse, "Café já está bom, por favor...", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)...
Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis...
Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha...
Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada...
Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis...
Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!"
Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!"
Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho... Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse, "Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!!"...
Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito......
Nós não vamos muito à Igreja, porém acreditamos em Deus...
Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus...
Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos.
Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu...
E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?"
Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto...
Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados...
Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária...
Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei:
ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.
Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que lerem esta mensagem e aprenderem a:
AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS
-
E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS...
Um anjo foi enviado para assistir você..
Para que este anjo posso trabalhar, envie isto para pessoas que também precisam de anjos em suas vidas.
Um Anjo escreveu:
Muitas pessoas entrarão e sairão de sua vida, mas apenas os verdadeiros amigos deixarão pegadas em seu coração.
Para se controlar, use sua mente...
Para controlar os outros, use seu coração...
Deus dá a cada pássaro seu alimento, mas Ele não joga nenhum alimento em seus ninhos...
Envie de volta, você verá o porque!!
Envie para seus amigos para que eles também possam compartilhar e refletir sobre esta mensagem que hoje você recebeu e que certamente tocou seu coração...
UMA EXCELENTE SEMANA...
QUE DEUS ESTEJA PRESENTE EM SEU CORAÇAO
Salmo 100 : 4
Deus tem visto suas Lutas.
Deus diz que elas estao chegando ao fim.
Uma bençao está vindo em sua direção.
--
domingo, 23 de maio de 2010
Dicas de sáude
Vinte (20) conselhos das Universidades de Medicina:
Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :
01- Um copo de suco de laranja
diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
02- Salpicar canela no café
(mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).
03- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral
O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
04- Mastigar os vegetais por mais tempo
Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
05- Adotar a regra dos 80%:
servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
06- LARANJA o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
07- Fazer refeições coloridas como o arco-íris
Comer DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
08- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate.
Mas escolha as pizzas de massa fininha. O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza .
09- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente .
As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória...
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.
11- Usar fio dental e não mastigar chicletes .
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- Rir.
Uma boa gargalhada é um 'mini-workout' , um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.
13- Não descascar com antecipação
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de fruta têm que ser tomados assim que são preparados.
14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã .
15- Desfrutar de uma xícara de chá
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- Ter um animal de estimação
As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir-se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue.
Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.
17- Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche
Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; vantagens outras são conseguidas atráves de verduras frescas.
18- Reorganizar a geladeira
As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso, é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo ou guardar em um tape ware escuro e bem fechado.
19- Comer como um passarinho
A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- Uma banana por dia quase dispensa o médico, vejamos:
" Pesquisa da Universidade de Bekeley”.
A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de infarto, e tantas outras coisas mais, então, é ou não é um remédio natural contra várias doenças?
e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:
-comer chocolate
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio..
- pensar positivamente
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, pegam gripes e resfriados mais facilmente, são menos queridos e mais amargos.
- ser sociável
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter qualidade de vida...
Não parece tão sacrificante, não é verdade?
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:
'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'!
Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :
01- Um copo de suco de laranja
diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
02- Salpicar canela no café
(mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).
03- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral
O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
04- Mastigar os vegetais por mais tempo
Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
05- Adotar a regra dos 80%:
servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
06- LARANJA o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
07- Fazer refeições coloridas como o arco-íris
Comer DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
08- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate.
Mas escolha as pizzas de massa fininha. O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza .
09- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente .
As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória...
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.
11- Usar fio dental e não mastigar chicletes .
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- Rir.
Uma boa gargalhada é um 'mini-workout' , um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.
13- Não descascar com antecipação
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de fruta têm que ser tomados assim que são preparados.
14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã .
15- Desfrutar de uma xícara de chá
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- Ter um animal de estimação
As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir-se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue.
Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.
17- Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche
Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; vantagens outras são conseguidas atráves de verduras frescas.
18- Reorganizar a geladeira
As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso, é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo ou guardar em um tape ware escuro e bem fechado.
19- Comer como um passarinho
A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- Uma banana por dia quase dispensa o médico, vejamos:
" Pesquisa da Universidade de Bekeley”.
A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de infarto, e tantas outras coisas mais, então, é ou não é um remédio natural contra várias doenças?
e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:
-comer chocolate
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio..
- pensar positivamente
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, pegam gripes e resfriados mais facilmente, são menos queridos e mais amargos.
- ser sociável
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter qualidade de vida...
Não parece tão sacrificante, não é verdade?
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:
'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Interessante
Amigos e amigas
Assistam esse video. É uma entrevista com o neurologista Cicero Coimbra.
Fala sobre varias doenças: Pk, Alzeimer, esclerose multipla, doenças autoimunes, etc...
Fala sobre como o stress prejudica o nosso corpo, fala sobre a importancia da vitaminaD encontrada no SOL, enfim vale a pena...
aí está o link:
http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=A&
Um abraço...
Regina
Assistam esse video. É uma entrevista com o neurologista Cicero Coimbra.
Fala sobre varias doenças: Pk, Alzeimer, esclerose multipla, doenças autoimunes, etc...
Fala sobre como o stress prejudica o nosso corpo, fala sobre a importancia da vitaminaD encontrada no SOL, enfim vale a pena...
aí está o link:
http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=A&
Um abraço...
Regina
Bom dia
MAL ALGUM SURGE DIANTE DE MIM. NESTE MUNDO, EXISTE UNICAMENTE O BEM.
O que parece mal é apenas uma “sombra” que surge quando não é suficientemente firme a conscientização de que o ser humano é filho de Deus. Sombra é ausência de luz, não é algo que existe de verdade por si mesmo. O mal também não é existência real e desaparece quando nos conscientizamos de que somos filhos de Deus. Sou filho de Deus e vivo no mundo onde existe unicamente o bem.
Do livro Orações Diárias – Masanobu Taniguchi
Arco de Cuglieri, Sardenha - Isuzu Imagens
O que parece mal é apenas uma “sombra” que surge quando não é suficientemente firme a conscientização de que o ser humano é filho de Deus. Sombra é ausência de luz, não é algo que existe de verdade por si mesmo. O mal também não é existência real e desaparece quando nos conscientizamos de que somos filhos de Deus. Sou filho de Deus e vivo no mundo onde existe unicamente o bem.
Do livro Orações Diárias – Masanobu Taniguchi
Arco de Cuglieri, Sardenha - Isuzu Imagens
sexta-feira, 14 de maio de 2010
noticias
Descoberta substância que trata depressão em pacientes de Parkinson
O pramipexol seria eficaz para atenuar os sintomas de depressão, que atinge 35% das pessoas que tem Parkinson
10 de maio de 2010 | 9h 45
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Efe
LONDRES - O pramipexol, um agonista dopaminérgico, pode ser útil para combater a depressão em pacientes com mal de Parkinson, segundo um estudo publicado na última edição da revista científica The Lancet. Aproximadamente 35% das pessoas que têm a doença sofrem de depressão.
Veja também:
linkBritânico é diagnosticado com mal de Parkinson aos 23 anos
linkAtividade ao ar livre melhora saúde mental em 5 minutos, diz estudo
Estudos anteriores demonstraram que os agonistas dopaminérgicos, como o pramipexol, que contrasta com a diminuição da produção de dopamina no cérebro, são eficazes para atenuar os sintomas de depressão na maioria das pessoas que não têm Parkinson.
Uma equipe da Universidade de Nápoles, liderada pelo neurologista Paolo Barone, iniciou uma pesquisa na qual participaram 296 pacientes procedentes de 12 países europeus e da África do Sul, com objetivo de buscar provas de que essa substância também pode ajudar a tratar pacientes de Parkinson.
Do total, 144 tomaram pramipexol e os 152 restantes um placebo, e ficou constatado que diminuiu muito os sintomas de depressão em 80% dos pacientes que tomaram o princípio ativo.
No entanto, efeitos colaterais como náuseas, enjoos e dores de cabeça, também foram sentidos entre os pacientes que tomaram a substância.
Segundo os autores da pesquisa, o estudo demonstra que este tipo de tratamento deveria começar a ser considerado para os doentes de Parkinson que tenham sintomas fortes de depressão.
Tópicos: Depressao, Mal de parkinson, Descoberta, Substancia, Tratamento, Vida &, Saúde
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O pramipexol seria eficaz para atenuar os sintomas de depressão, que atinge 35% das pessoas que tem Parkinson
10 de maio de 2010 | 9h 45
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Efe
LONDRES - O pramipexol, um agonista dopaminérgico, pode ser útil para combater a depressão em pacientes com mal de Parkinson, segundo um estudo publicado na última edição da revista científica The Lancet. Aproximadamente 35% das pessoas que têm a doença sofrem de depressão.
Veja também:
linkBritânico é diagnosticado com mal de Parkinson aos 23 anos
linkAtividade ao ar livre melhora saúde mental em 5 minutos, diz estudo
Estudos anteriores demonstraram que os agonistas dopaminérgicos, como o pramipexol, que contrasta com a diminuição da produção de dopamina no cérebro, são eficazes para atenuar os sintomas de depressão na maioria das pessoas que não têm Parkinson.
Uma equipe da Universidade de Nápoles, liderada pelo neurologista Paolo Barone, iniciou uma pesquisa na qual participaram 296 pacientes procedentes de 12 países europeus e da África do Sul, com objetivo de buscar provas de que essa substância também pode ajudar a tratar pacientes de Parkinson.
Do total, 144 tomaram pramipexol e os 152 restantes um placebo, e ficou constatado que diminuiu muito os sintomas de depressão em 80% dos pacientes que tomaram o princípio ativo.
No entanto, efeitos colaterais como náuseas, enjoos e dores de cabeça, também foram sentidos entre os pacientes que tomaram a substância.
Segundo os autores da pesquisa, o estudo demonstra que este tipo de tratamento deveria começar a ser considerado para os doentes de Parkinson que tenham sintomas fortes de depressão.
Tópicos: Depressao, Mal de parkinson, Descoberta, Substancia, Tratamento, Vida &, Saúde
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
noticias
Células-tronco, retiradas do útero de uma humana, se transformaram em neurônios quando injetadas em cérebros de ratos que sofriam de Parkinson
Hypescience - Luciana Galastri
A pesquisa, feita na Universidade de Yale, diz que seria possível fazer um banco de células tronco uterinas, já que elas são fáceis de serem encontradas. Segundo os cientistas, o útero é a fonte mais abundante e mais segura de células tronco.
Para quem não sabe, células tronco são as matrizes de nosso organismo. Todos as nossas células se desenvolvem a partir dela, não importando qual a sua “especialidade” (se é uma célula da pele, uma célula muscular ou, como no caso da pesquisa, um neurônio).
Células-tronco, retiradas do útero de uma humana, se transformaram em neurônios quando injetadas em cérebros de ratos que sofriam de Parkinson. A pesquisa sugere que mulheres que sofrem com a doença podem ser suas próprias doadoras.
Os cientistas descobriram que, por alguma razão, as células tronco do útero tem um índice de rejeição menor do que outros tipos de células tronco. E, quando as mulheres menstruam, estão desperdiçando esse material, já que ele aparece no endométrio (a camada que reveste o útero internamente todos os meses e que, quando a mulher não engravida, é descartada através da menstruação).
A doença de Parkinson pode, talvez, ser curada através do implante de células tronco. Como ela destrói neurônios, fazendo com que algumas funções corporais do doente falhem, um implante de células que substituiriam os neurônios seria uma cura possível.
A equipe de cientistas de Yale coletou células tronco de nove mulheres que não sofriam com o mal de Parkinson e, depois, injetaram o material no cérebro de ratinhos que possuíam a doença.
Os sintomas dos ratos diminuíram, mas outro relatório está sendo preparado e irá analisar com mais detalhes os efeitos –e o possível sucesso – do tratamento.
Hypescience - Luciana Galastri
A pesquisa, feita na Universidade de Yale, diz que seria possível fazer um banco de células tronco uterinas, já que elas são fáceis de serem encontradas. Segundo os cientistas, o útero é a fonte mais abundante e mais segura de células tronco.
Para quem não sabe, células tronco são as matrizes de nosso organismo. Todos as nossas células se desenvolvem a partir dela, não importando qual a sua “especialidade” (se é uma célula da pele, uma célula muscular ou, como no caso da pesquisa, um neurônio).
Células-tronco, retiradas do útero de uma humana, se transformaram em neurônios quando injetadas em cérebros de ratos que sofriam de Parkinson. A pesquisa sugere que mulheres que sofrem com a doença podem ser suas próprias doadoras.
Os cientistas descobriram que, por alguma razão, as células tronco do útero tem um índice de rejeição menor do que outros tipos de células tronco. E, quando as mulheres menstruam, estão desperdiçando esse material, já que ele aparece no endométrio (a camada que reveste o útero internamente todos os meses e que, quando a mulher não engravida, é descartada através da menstruação).
A doença de Parkinson pode, talvez, ser curada através do implante de células tronco. Como ela destrói neurônios, fazendo com que algumas funções corporais do doente falhem, um implante de células que substituiriam os neurônios seria uma cura possível.
A equipe de cientistas de Yale coletou células tronco de nove mulheres que não sofriam com o mal de Parkinson e, depois, injetaram o material no cérebro de ratinhos que possuíam a doença.
Os sintomas dos ratos diminuíram, mas outro relatório está sendo preparado e irá analisar com mais detalhes os efeitos –e o possível sucesso – do tratamento.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Agenda de coral
dia 15.05 sede Cohab
dia 22.05 casa do Elói Arroio do Silva
dia 29.05 sede
dia 05.06 asilo
dia 12.06 sede
dia 19.06 casa da Salete e seu Zé
dia 26.06 sede
dia 22.05 casa do Elói Arroio do Silva
dia 29.05 sede
dia 05.06 asilo
dia 12.06 sede
dia 19.06 casa da Salete e seu Zé
dia 26.06 sede
Assuntos Pendentes
1) Prefeitura de Araranguá, entregar carta convenio para 2010.
2) Forum , entregar cópia dos cadastros para OAB.
3) Sexta feira, encontro para nova sede
4) Documentos para efetuar carteirinhas de passe livre.
5) Início da acupuntura e fisioterapia.
2) Forum , entregar cópia dos cadastros para OAB.
3) Sexta feira, encontro para nova sede
4) Documentos para efetuar carteirinhas de passe livre.
5) Início da acupuntura e fisioterapia.
Ensaio de Coral Itinerante
Foi sábado dia 08.05.2010, na casa do sr.Ernesto, cantamso , e confraternizamos, tv, muito bonito nosso encontro.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Confratenização dia dasmães
Palestraa sobre as Mães proferida pela nossa psicólog aMagda e visita do Sr,Miguel,presidnete da ADEAR , SOBRE AS CARTERINHAS DE PASSE LIVRE NOS ONIBUS, MUNCIICPAIS, INTERSTADUAIS.
dia 30.04.2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Utilidade publica estadual
Proposição:
PL./0051.1/2010 Projeto Original Comissões a tramitar
Entrada: 10/03/2010
Origem: Legislativo
Autor: Manoel Mota
Regime: ORDINÁRIO
Ementa Declara de utilidade pública a Associação de Parkinson Tocando em Frente, de Araranguá.
Última(s) Tramitação(ões)
# 30/03/2010 - Comissão de Constituição e Justiça - Recebido
PL./0051.1/2010 Projeto Original Comissões a tramitar
Entrada: 10/03/2010
Origem: Legislativo
Autor: Manoel Mota
Regime: ORDINÁRIO
Ementa Declara de utilidade pública a Associação de Parkinson Tocando em Frente, de Araranguá.
Última(s) Tramitação(ões)
# 30/03/2010 - Comissão de Constituição e Justiça - Recebido
sábado, 3 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
IMPORTANTE
Portador de mal de Parkinson deve receber aposentadoria integral, segundo STJ
Da Redação - 30/03/2010 - 13h53
A 3ª Seção do STJ (Superior Tribunal de Justiça) restabeleceu o pagamento integral de aposentadoria a um servidor público portador de mal de Parkinson, doença que afeta o sistema neurológico, sob o entendimento de que "servidor público aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, prevista na legislação regente, tem direito a receber aposentadoria integral, sendo vedado à Administração Pública [no caso, AGU] reduzir proventos com apoio em normas gerais em detrimento de lei específica".
De acordo com o processo, no caso, o servidor público comprovou com a apresentação de laudo médico oficial ser portador do mal de Parkinson, doença que possui previsão legal de irredutibilidade de vencimentos na aposentadoria. O servidor questionou no STJ a legalidade do ato administrativo da AGU (Advocacia Geral da União) que determinou, por meio da Portaria 1.497/08, o cálculo de sua aposentadoria de forma proporcional, em vez de integral.
Inconformado, ele ingressou com mandado de segurança no STJ contra a AGU. No ato, a autoridade respaldou a decisão pelo teor da Emenda Constitucional 41/03, que barrou o pagamento integral para benefícios nos termos do artigo 40, parágrafo 3º, da Constituição.
No entanto, para o ministro Napoleão Maia Filho, relator do processo, a Constituição Federal, em seu artigo 40, parágrafo 1º, inciso I, estabelece que o servidor aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, será aposentado com proventos integrais.
Já a Lei 8.112/90, ao regulamentar o artigo, especifica várias doenças graves, entre as quais o mal de Parkinson. Dessa forma, o ministro explicou que existe uma ‘controvérsia jurídica’ por parte da autoridade e reiterou que a 3ª Seção já pacificou o entendimento a respeito da Emenda Constitucional 41/03, a qual excetuou expressamente os casos de doenças graves.
Por fim, o ministro Napoleão Nunes determinou a anulação da Portaria 1.497/08, da AGU, que determinou o cálculo proporcional da aposentadoria do servidor, devendo ser mantido o pagamento integral dos proventos. A decisão foi unânime.
*Com informações da assessoria de imprensa do STJ.
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Da Redação - 30/03/2010 - 13h53
A 3ª Seção do STJ (Superior Tribunal de Justiça) restabeleceu o pagamento integral de aposentadoria a um servidor público portador de mal de Parkinson, doença que afeta o sistema neurológico, sob o entendimento de que "servidor público aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, prevista na legislação regente, tem direito a receber aposentadoria integral, sendo vedado à Administração Pública [no caso, AGU] reduzir proventos com apoio em normas gerais em detrimento de lei específica".
De acordo com o processo, no caso, o servidor público comprovou com a apresentação de laudo médico oficial ser portador do mal de Parkinson, doença que possui previsão legal de irredutibilidade de vencimentos na aposentadoria. O servidor questionou no STJ a legalidade do ato administrativo da AGU (Advocacia Geral da União) que determinou, por meio da Portaria 1.497/08, o cálculo de sua aposentadoria de forma proporcional, em vez de integral.
Inconformado, ele ingressou com mandado de segurança no STJ contra a AGU. No ato, a autoridade respaldou a decisão pelo teor da Emenda Constitucional 41/03, que barrou o pagamento integral para benefícios nos termos do artigo 40, parágrafo 3º, da Constituição.
No entanto, para o ministro Napoleão Maia Filho, relator do processo, a Constituição Federal, em seu artigo 40, parágrafo 1º, inciso I, estabelece que o servidor aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, será aposentado com proventos integrais.
Já a Lei 8.112/90, ao regulamentar o artigo, especifica várias doenças graves, entre as quais o mal de Parkinson. Dessa forma, o ministro explicou que existe uma ‘controvérsia jurídica’ por parte da autoridade e reiterou que a 3ª Seção já pacificou o entendimento a respeito da Emenda Constitucional 41/03, a qual excetuou expressamente os casos de doenças graves.
Por fim, o ministro Napoleão Nunes determinou a anulação da Portaria 1.497/08, da AGU, que determinou o cálculo proporcional da aposentadoria do servidor, devendo ser mantido o pagamento integral dos proventos. A decisão foi unânime.
*Com informações da assessoria de imprensa do STJ.
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sábado, 20 de março de 2010
Reinício do Coral
Hoje, dia 20.03.2010 iniciou no Centro Comunitário da Cohab, os ensaios de canto do Coral da Associaão de Parkinson Tocando em Frente.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Cinema
Aos 73 anos, Paulo José vive fase vigorosa de criação
Publicado em 16/03/2010 | Agência Estado
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Campinas - Ele foi um padre que pecou por amor, quis ter todas as mulheres, mas ficou com uma só, deu vida a um herói sem nenhum caráter, e terminou como nacionalista radical; morreu bêbado no mar da Bahia e reencarnou em artista de circo que discute a profissão com o filho em crise. Paulo José Gomez de Souza, ou simplesmente Paulo José, gaúcho de Lavras, um dos atores mais completos e complexos da cena brasileira, deu vida a todos esses personagens e a muitos outros mais.
Paulo trabalhou em teatro e televisão, mas é no cinema que se sente melhor, “em casa”, como diz. E, sentindo-se bem, foi protagonista de filmes como O Padre e a Moça (Joaquim Pedro de Andrade, 1965), Todas as Mulheres do Mundo (Domingos Oliveira, 1966), Macunaíma (Joaquim Pedro, 1969) e Policarpo Quaresma (Paulo Thiago, 1998), entre muitos outros. Agora “vive”, por assim dizer, o ébrio defunto Quincas Berro d’Água, no novo longa de Sérgio Machado, e está filmando O Palhaço sob a direção de Selton Melo, com quem contracena.
Paulo José é uma usina de força e criatividade. E de humor. Tira de letra a doença de Parkinson, com a qual convive desde o início dos anos 1990. “Ele brinca com o assunto – diz que sofre de Parkinson de diversões”, conta Selton Mello. O encontro com Paulo José se dá em Campinas, onde ele se hospeda durante as filmagens de O Palhaço.
O filme se distribui entre algumas locações da região. Uma delas, uma fazenda, cerca de 40 quilômetros fora da cidade. Outra, nos estúdios da vizinha Paulínia, onde um circo cenográfico foi montado. Mas hoje ele está de folga. E convida o jornalista para jantar num restaurante de hotel.
Conversar com Paulo é sempre algo muito agradável. Pela inteligência, pela generosidade com que se entrega às perguntas, pela maneira franca e direta como aborda qualquer assunto. Pela originalidade das respostas. Por exemplo, quando se pergunta a ele como foi interpretar um morto em Quincas Berro d’Água, relato que Sérgio Machado adaptou do conto de Jorge Amado, ele sai-se com esta: “Ora, um morto tem expressão, por isso não poderia ser substituído por um boneco, como quiseram fazer, para meu conforto.”
O caso do boneco é engraçado. A história de Quincas, se você não sabe, é a de um famoso beberrão da Bahia, que morre e é velado por seus companheiros de farra. Lá pelas tantas, já tocados pelo álcool, os amigos resolvem levar Quincas a passeio pela noite de Salvador, convencidos de que ele de fato não morreu. Está inerte apenas porque teria bebido além da conta. E lá vão eles, pelos bares e bordéis da Bahia, com o cadáver nas costas. A produção achou que um boneco substituiria o ator em boa parte das cenas. Mas Paulo não gostou. “Tudo ficou muito mecânico, artificial, e assim só usamos o boneco numa cena em que o personagem despenca do segundo andar de uma delegacia de polícia”, conta, morrendo de rir. O resultado, o público poderá conferir em abril ou maio, quando o filme entra em cartaz, talvez passando antes pelo Festival de Cannes.
Outro exercício de sutileza está sendo feito por Paulo na filmagem de O Palhaço. Ele e Selton Melo são pai e filho, ambos palhaços do Esperança, um desses circos miseráveis que vivem mambembeando pelo interior do País. Circo precário, daqueles que nem animais têm, “só os cachorros”, uma caravana tosca, que estaciona nas praças das cidadezinhas ou em fazendas que dão acolhida aos artistas. Paulo José e Selton Mello são Valdemar e Benjamim, a dupla de palhaços Puro Sangue e Pangaré, que mantém um relacionamento complicado. “O Paulo é muito doce, uma figura tão amigável que tive de insistir com ele para notar a dureza da relação entre o Valdemar, que é autoritário, e o Benjamim, um artista jovem e em crise; mas assim que ele compreendeu o papel, conseguiu uma interpretação impressionante”, diz o diretor.
Aos 73 anos, Paulo José vive fase vigorosa de criação
Publicado em 16/03/2010 | Agência Estado
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Campinas - Ele foi um padre que pecou por amor, quis ter todas as mulheres, mas ficou com uma só, deu vida a um herói sem nenhum caráter, e terminou como nacionalista radical; morreu bêbado no mar da Bahia e reencarnou em artista de circo que discute a profissão com o filho em crise. Paulo José Gomez de Souza, ou simplesmente Paulo José, gaúcho de Lavras, um dos atores mais completos e complexos da cena brasileira, deu vida a todos esses personagens e a muitos outros mais.
Paulo trabalhou em teatro e televisão, mas é no cinema que se sente melhor, “em casa”, como diz. E, sentindo-se bem, foi protagonista de filmes como O Padre e a Moça (Joaquim Pedro de Andrade, 1965), Todas as Mulheres do Mundo (Domingos Oliveira, 1966), Macunaíma (Joaquim Pedro, 1969) e Policarpo Quaresma (Paulo Thiago, 1998), entre muitos outros. Agora “vive”, por assim dizer, o ébrio defunto Quincas Berro d’Água, no novo longa de Sérgio Machado, e está filmando O Palhaço sob a direção de Selton Melo, com quem contracena.
Paulo José é uma usina de força e criatividade. E de humor. Tira de letra a doença de Parkinson, com a qual convive desde o início dos anos 1990. “Ele brinca com o assunto – diz que sofre de Parkinson de diversões”, conta Selton Mello. O encontro com Paulo José se dá em Campinas, onde ele se hospeda durante as filmagens de O Palhaço.
O filme se distribui entre algumas locações da região. Uma delas, uma fazenda, cerca de 40 quilômetros fora da cidade. Outra, nos estúdios da vizinha Paulínia, onde um circo cenográfico foi montado. Mas hoje ele está de folga. E convida o jornalista para jantar num restaurante de hotel.
Conversar com Paulo é sempre algo muito agradável. Pela inteligência, pela generosidade com que se entrega às perguntas, pela maneira franca e direta como aborda qualquer assunto. Pela originalidade das respostas. Por exemplo, quando se pergunta a ele como foi interpretar um morto em Quincas Berro d’Água, relato que Sérgio Machado adaptou do conto de Jorge Amado, ele sai-se com esta: “Ora, um morto tem expressão, por isso não poderia ser substituído por um boneco, como quiseram fazer, para meu conforto.”
O caso do boneco é engraçado. A história de Quincas, se você não sabe, é a de um famoso beberrão da Bahia, que morre e é velado por seus companheiros de farra. Lá pelas tantas, já tocados pelo álcool, os amigos resolvem levar Quincas a passeio pela noite de Salvador, convencidos de que ele de fato não morreu. Está inerte apenas porque teria bebido além da conta. E lá vão eles, pelos bares e bordéis da Bahia, com o cadáver nas costas. A produção achou que um boneco substituiria o ator em boa parte das cenas. Mas Paulo não gostou. “Tudo ficou muito mecânico, artificial, e assim só usamos o boneco numa cena em que o personagem despenca do segundo andar de uma delegacia de polícia”, conta, morrendo de rir. O resultado, o público poderá conferir em abril ou maio, quando o filme entra em cartaz, talvez passando antes pelo Festival de Cannes.
Outro exercício de sutileza está sendo feito por Paulo na filmagem de O Palhaço. Ele e Selton Melo são pai e filho, ambos palhaços do Esperança, um desses circos miseráveis que vivem mambembeando pelo interior do País. Circo precário, daqueles que nem animais têm, “só os cachorros”, uma caravana tosca, que estaciona nas praças das cidadezinhas ou em fazendas que dão acolhida aos artistas. Paulo José e Selton Mello são Valdemar e Benjamim, a dupla de palhaços Puro Sangue e Pangaré, que mantém um relacionamento complicado. “O Paulo é muito doce, uma figura tão amigável que tive de insistir com ele para notar a dureza da relação entre o Valdemar, que é autoritário, e o Benjamim, um artista jovem e em crise; mas assim que ele compreendeu o papel, conseguiu uma interpretação impressionante”, diz o diretor.
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Aparelho permite a cego 'enxergar com a língua'
O pesquisador Paulo Rogério Scalassara, que faz pós-doutorado do Instituto de Física da USP-São Carlos, está trabalhando na ampliação de um sistema de processamento digital de sinais para identificar doenças relacionadas ao aparelho fonador. O estudo original de Scalassara, durante o doutorado na Escola de Engenharia, mirava duas patologias: nódulos nas pregas vocais e o edema de Reinke, que provoca inchaço. Agora, Scalassara pretende incluir no sistema outras quatro doenças: pólipo, carcinoma da laringe, mal de Parkinson e tremor essencial (parecido com Parkinson).
Scalassara se utiliza de um banco de vozes pré-gravadas e digitalizadas. Esse banco foi ampliado por uma coletânea de gravações cedidas pelo Hospital das Clínicas da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, onde ele trabalhou como assistente de pesquisa durante parte de seu doutorado.
Os arquivos são submetidos a análises por software. Vozes oriundas de tratos vocais saudáveis têm características mais “previsíveis” (menor entropia). Quando o aparelho fonador é comprometido por doenças, a voz tem maior grau de irregularidade e, portanto, é menos previsível (maior entropia).
Uma das consequências da pesquisa é promover o desenvolvimento de sistemas de auxílio pré-diagnóstico que evitem exames invasivos como a laringoscopia.
*Com informações da Agência Fapesp , por Fábio Reynol
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Aparelho permite a cego 'enxergar com a língua'
O pesquisador Paulo Rogério Scalassara, que faz pós-doutorado do Instituto de Física da USP-São Carlos, está trabalhando na ampliação de um sistema de processamento digital de sinais para identificar doenças relacionadas ao aparelho fonador. O estudo original de Scalassara, durante o doutorado na Escola de Engenharia, mirava duas patologias: nódulos nas pregas vocais e o edema de Reinke, que provoca inchaço. Agora, Scalassara pretende incluir no sistema outras quatro doenças: pólipo, carcinoma da laringe, mal de Parkinson e tremor essencial (parecido com Parkinson).
Scalassara se utiliza de um banco de vozes pré-gravadas e digitalizadas. Esse banco foi ampliado por uma coletânea de gravações cedidas pelo Hospital das Clínicas da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, onde ele trabalhou como assistente de pesquisa durante parte de seu doutorado.
Os arquivos são submetidos a análises por software. Vozes oriundas de tratos vocais saudáveis têm características mais “previsíveis” (menor entropia). Quando o aparelho fonador é comprometido por doenças, a voz tem maior grau de irregularidade e, portanto, é menos previsível (maior entropia).
Uma das consequências da pesquisa é promover o desenvolvimento de sistemas de auxílio pré-diagnóstico que evitem exames invasivos como a laringoscopia.
*Com informações da Agência Fapesp , por Fábio Reynol
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Atividades físicas
Introdução
A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor relacionado principalmente com a função de coordenação dos movimentos. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
As manifestações clínicas da DP surgem quando pelo menos 80% das células da substância negra são acometidas. As razões da perda progressiva dessas células ainda estão sendo pesquisadas, mas as possibilidades incluem vírus, envenenamento do meio ambiente e alterações químicas do cérebro.
As características motoras da DP relacionam-se com tremor em repouso; bradicinesia (lentidão na execução de movimentos), rigidez (hipertonia plástica, acometendo a musculatura flexora, determinando alterações típicas de postura) e distúrbio de equilíbrio (decorrente da perda de reflexos de readaptação postural). Embora haja exceções, quando pelo menos dois desses quatro tipos de sinais clínicos estão presentes, grandes são as chances do paciente ser portador da DP. (Teive, 2000).
Além das manifestações motoras, os pacientes com DP podem apresentar complicações não-motoras, sendo essas evidentes nas fases mais avançadas da doença. Dentre as principais complicações não-motoras Andrade et al, 1998, destaca:
a hipotensão ortostática;
distúrbios gastrointestinais (obstipação intestinal, disfagia, distúrbios de: esvaziamento gástrico, e salivação);
distúrbios respiratórios;
distúrbios sexuais;
distúrbios sensitivos e dor (são predominantemente desestesicos, com parestesias, desestesias tipo "queimação", dormência e dores profundas);
distúrbios do sono (presença de distúrbio do sono REM, da síndrome da apneia do sono, síndrome das pernas inquietas e do aumento de despertadores noturnos).
A escala de Hoehn e Yahr, desenvolvida na década de 60, classifica a DP em 5 estágios conforme o nível de gravidade. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
Estágio I: manifestações unilaterais da DP, incluindo as principais características: tremor, rigidez e bradicinesia.
Estágio II: manifestações bilaterais acima mencionadas, possíveis anormalidades da fala, postura fletida e marcha anormal.
Estágio III: agravamento bilateral das manifestações da DP, somadas aos distúrbios de equilíbrio.
Estágio IV: agravamento dos estágios anteriores; neste estágio os pacientes são incapazes de viverem de forma independente.
Estágio V: pacientes necessitam do auxílio de cadeira de rodas, ou estão confinados ao leito.
A doença de Parkinson ocorre com grande prevalência em indivíduos idosos. Em média estima-se de 100 a 150 casos para cada 100 mil pessoas. Inicia-se geralmente por volta dos 60 anos de idade e acometem ambos os sexos. Quando a doença se manifesta antes dos 40 anos é denominada parkinsonismo precoce. Em indivíduos jovens, com idade inferior a 21 anos é denominada parkinsionismo juvenil. Quanto mais jovem for o paciente com os sintomas da doença, maior será a possibilidade de haver um componente genético envolvido. (Teive, 2000; Andrade et al, 1998).
Além dos sinais motores mais visíveis 0identificados no parkinsoniano, o aspecto psicológico destes indivíduos também é afetado. Silberman et al. (2004), descrevem que a demência e a depressão podem agravar e trazer conseqüências negativas durante o desenvolvimento da doença. Muitos desses apresentam-se estressados e angustiados. A taxa de prevalência de depressão entre indivíduos com DP varia de 20% a 70%. Mohr et al. (1996), observaram que a ansiedade e a depressão podem exacerbar as dificuldades motoras apresentadas. Segundo Oxtoby & Williams (2000), a depressão surge anteriormente aos sintomas físicos em decorrência às alterações bioquímicas ocasionadas por ela.
A função cognitiva dos indivíduos com DP segundo Mäder apud Teive (2000), é prejudicada. A autora relata, que esses indivíduos freqüentemente se queixam de dificuldades para concentrar a atenção a fatos recentes. A capacidade de memorização, também é afetada, principalmente quando há aspectos depressivos associados.
A doença de Parkinson, atualmente não possui cura, porém, ela pode e deve ser tratada de forma a combater os sintomas e também retardar o seu progresso. Dentre os métodos de tratamento existentes atualmente estão: cirurgias, fármacos, fisioterapia, terapia ocupacional, estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia. Além disso, muitos trabalhos demonstram que a atividade física pode contribuir para amenizar os sintomas da DP.
Atividade física: benefícios e adaptações
Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.
A atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos (Hauser & Zesiewicz, 2001; Shepard, 1998; Kuroda et al., 1992). Além disso, segundo Shankar (2002) melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.
Estudos têm mostrado que a prática de atividades físicas tem proporcionado benefícios a indivíduos com DP. Essa prática segundo os autores deve ser regular uma vez que seus benefícios tendem a desaparecer após um período de interrupção dessas atividades (Comella et al., 1994).
Smith (2003); Sasco et al (1992), sugerem que a atividade física possui um efeito neuroprotetor sobre o cérebro, auxiliando na proteção de várias doenças neurodegenerativas. Segundo seus estudos realizados com ratos, os exercícios poderiam diminuir a vulnerabilidade da dopamina à agentes agressores. A plasticidade do cérebro e seu poder regenerador podem ser melhorados com a atividade física.
Caminhada
Na doença de Parkinson é muito comum o doente apresentar diferentes graus de dificuldades para deambular. Mesmo nos estágios iniciais da doença alguns indivíduos podem apresentar a cadência e tamanho dos passos diminuídos, mesmo quando a força, flexibilidade, postura e equilíbrio ainda estejam preservados. Segundo Piemonte (2002), isto ocorre porque os núcleos de base responsáveis pela execução de atividades automáticas, como o andar, estão afetados.
Sunvisson (1997), realizou um estudo com caminhadas com pessoas com DP em uma região montanhosa da Suíça. Ele verificou resultados positivos relacionados à melhora na redução do tempo na realização da atividade e da performance motora geral.
Miyai (2000), elaborou um treino de caminhada durante 4 semanas com suporte de 20% do peso corporal em 10 indivíduos com doença de Parkinson. Obteve melhora nas atividades de vida diária, marcha e na performance motora, conseguindo resultados superiores daqueles obtidos apenas com o manejo da fisioterapia de forma isolada.
Piemonte (2002), relata que a prática da caminhada terá maior resultado se a mesma for realizada em um ambiente tranqüilo de forma que o paciente mantenha atenção sobre os passos garantindo seu equilíbrio.
Para Oxtoby e Williams (2000), caminhar é uma forma excelente de exercício, assim como uma forma de manter a independência e conservar sob controle os interesses e atividades da pessoa com DP. Observando a importância da caminhada, elaboraram os seguintes procedimentos visando facilitar esta prática por esta população:
Pare e faça uma avaliação sobre as dificuldades ao caminhar;
Fique o mais ereto possível - inclinar-se para frente torna mais provável o desequilibro;
Coloque primeiro o calcanhar no chão, e depois o pé;
Possibilite que o próprio parkinsoniano, dê a si mesmo instruções faladas, tais como: "calcanhar, calcanhar" enquanto segue em frente. Esta é uma dica importante, já que para muitos desses indivíduos a realização de tarefas é facilitada a partir da transformação de ações em palavras.
Segundo Okamoto (1990), a manutenção de deambulação segura e independente depende da postura, equilíbrio e movimentos coordenados do paciente ao iniciar e parar.
A Associação Americana de Doença de Parkinson (APDA), oferece algumas dicas para a realização de uma caminhada mais segura e prazerosa para indivíduos com DP.
Ao andar ou ficar de pé, os pés devem ser mantidos separados aproximadamente 25 cm e não deve se cruzar;
Os pés devem elevar-se de maneira exagerada para desencorajar o arrastar de pé;
Os dedos devem varrer o chão para se evitar tropeços;
A oscilação dos membros superiores deve ser exagerada;
O paciente deve olhar para frente e não para o chão;
Os passos devem tender a ser mais longos;
Ao se virar, o paciente deve planejar fazer um grande arco, sem cruzar os pés;
Quando o paciente perceber que o andar está rápido, deve-se prontamente parar em pé, voltando ao ritmo inicial;
A marcha pode ser reassumida com passos altos e longos.
Treinamento de força, atividades posturais e de flexibilidade
A diminuição da força muscular ocorre de forma efetiva no parkinsoniano. A fraqueza decorrente da doença leva os indivíduos à insegurança à realização das atividades se limitando as atividades estritamente necessárias, levando a uma maior atrofia muscular e conseqüente diminuição da força (Scandalis et al., 2001).
Gallahue, (2003), relata que o ganho de força muscular através de um programa adequado de treinamento para os membros inferiores, são efetivos no condicionamento e manutenção do equilíbrio evitando quedas que, agravadas pelos distúrbios de equilíbrio, são freqüentes nesses indivíduos.
Shankar (2002), em um estudo de 12 semanas composto de um treinamento de caratê, envolvendo a parte superior do corpo junto com um programa de exercícios desenvolvido pelo United Parkinson Foundation, com dois grupos de pacientes com DP, conseguiu constatar benefícios na melhora da marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), exercícios de mobilidade, alongamentos e fortalecimento, contribuem imensamente para os parkinsonianos contribuindo para manter a capacidade de caminhar, aumento da flexibilidade, prevensão de uma postura encurvada e manter a mobilidade e a função mesmo com o progresso da bradicinesia e rigidez.
Exercícios de alongamento visando maior flexibilidade devem fazer parte de uma proposta de atividades físicas para indivíduos com Parkinson. Eles podem ajudar a diminuir rigidez muscular desses indivíduos, auxiliando na melhora da postura encurvada comum no doente de Parkinson (HAUSER, 2000; NOBREGA et al., 1999).
Esportes
Pessoas com Parkinson podem praticar qualquer tipo de esporte, no entanto, é mais seguro que ao praticar algum esporte escolha aquele adequado para a sua condição. Os jogos devem ser praticados de acordo com a condição física e o grau de comprometimento motor, apesar disso existem inúmeras possibilidades como tênis, squash, tênis de mesa, natação, caminhadas, entre outras.
De acordo com Oxtoby & Williams (2000), indivíduos com Parkinson que já praticam algum tipo de esporte, de maneira alguma precisam parar por causa da Doença. Todo exercício que traga prazer ao praticante, se praticado moderadamente, é benéfico.
É importante ao aconselhar exercícios ao indivíduo com Parkinson, avaliar o nível da doença, verificando a condição motora já afetada e introduzindo atividades que possam se adequar a cada nível. Esse fator é de grande importância, pois dependendo do nível e intensidade da atividade, pode haver riscos na prática de determinado esporte.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), para que as atividades possam alcançar resultados é importante introduzir atividades físicas que o paciente goste de praticar, para que haja adesão e continuidade nos programas de exercícios e seja garantido assim os benefícios vinculados a esta prática.
Reuter et al (1999), em estudo constituído em várias atividades esportivas, executadas duas vezes no período de 14 semanas em indivíduos com DP, obteve melhora na incapacidade motora, discinesia (movimentos involuntários) e bem estar, conduzindo para um melhor desempenho motor.
Em um estudo, Palmer, Mortmer & Webster (1986), realizaram um treinamento de caratê com 28 indivíduos com DP num período de 4 meses, 1 vez por semana durante 1 hora. Observaram resultados positivos na marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Mohr (1996), afirma que a terapia física e esportiva (especialmente atividades de resistência) entre indivíduos deprimidos com DP, proporciona melhoras significativas no humor.
Goetz et al. (1993); Szekely et al. (1982), relatam redução da ansiedade e do sentimento de isolamento quando doentes com DP são incluídos em grupos que realizam atividades físicas e esportivas.
Abordagem da Educação Física na doença de Parkinson
Não encontramos pesquisas significativas na área da Educação Física que aborde pessoas com DP. Além disso, poucos são os profissionais de Educação Física trabalhando com essa população.
Essa situação influencia no perfil dos trabalhos corporais realizados com esses indivíduos. Eles compreendem atividades físicas como terapia física. Dentro dessa terapia física segundo Engelhardt (2002), são identificadas algumas especialidades como: terapia física em grupo ou individual, terapia esportiva, natação terapêutica, ergoterapia, terapia ocupacional e terapia da fala.
Seus objetivos abrangem: (1) preservar e manter as funções dos indivíduos em alto nível; (2) melhorar a função motora, incluindo a iniciação do movimento, estabilização do tronco e ampliar os movimentos; (3) reduzir o tremor e a rigidez; (4) melhorar atividades de vida diária; (5) prevenir complicações secundárias, causadas pela atrofia muscular ou mudança na postura.
Devido a esta circunstância o foco na prática de exercícios por esta população pode limitar-se muito à esfera física do indivíduo e centrar-se nas disfunções ocasionadas pela DP.
Assim, um programa de atividade física com esta perspectiva, apesar do indiscutível ganho funcional, pode fragmentar as experiências corporais do individuo, excluindo por exemplo, os aspectos lúdicos, expressivos e de auto conhecimentos, enfatizados na prática do professor de Educação Física. Desta forma, consideramos de extrema importância que seja repensado a inclusão do professor de Educação Física na equipe multidisciplinar envolvida no cuidado desta população.
Referências bibliográficas
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COMELLA CL, STEBBINS GT, BROWN-TOMS N. Physical therapy and Parkinson's disease: a controlled clinical trial. Neurology 1994;44(3pt1):376-378.
GALLAHUE, David L.; OZMUN, John C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
GOETZ CG, THELEN JA, MACLEOD CM. Blood levedopa levels and unified Parkinson's disease rating scale function: with and without exercise. Neurology 1993;43(5):1040-1042.
HAUSER Robert. A doença de Parkinson - perguntas e respostas. Espanha: Merit, 2000.
HAUSER, Robert; ZESIEWICZ, Theresa. A doença de Parkinson: perguntas e respostas. São Paulo: Novartis, 2001.
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NOBREGA A.C.L, Freitas EV, Oliveira MAB et al. Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: Atividade física e saúde no idoso. Rev. Bras. Med. Esporte 1999; 5(6):207-11.
OKAMOTO, Gary.A. Medicina física e reabilitação: princípios básicos. São Paulo: Manole,. 1990.
OXTOBY, Marie; WILLIAMS, Adrian. Tudo sobre doença de Parkinson: respostas às suas dúvidas. São Paulo: Andrei, 2000.
PIEMONTE, Maria Elisa P. Programa Semanal de Exercícios para Pacientes com Doença de Parkinson. São Paulo: Lemos, 2003.
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SHEPHARD R.J. Aging and Exercise. In: Encyclopedia of Sports Medicine and Science, Fahey TD (editor). Internet Society for Sport Science: http://sportsci.org. Toronto, 1998. Traduzido por: Professor Guimarães A.O.B.
SILBERMAN, Cláudia Débora, LAKS, Jerson, RODRIGUES, Cláudia Soares et al. Uma revisão sobre depressão como fator de risco na Doença de Parkinson e seu impacto na cognição. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul, jan./abr. 2004, vol.26, no.1, p.52-60.
SMITH A.D. Can the brain be protected through exercise? Lessons from an animal model of parkinsonism. In: Experimental Neurology. Pittsburgh, v.184, n 1, p.31-39. 2003. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/ pubmed. Acesso em 01 out 2005.
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SZEKELY BC, KOSANOVICH NN, SHEPPARD W. Adjuntive treatment in Parkinson's disease: physical therapy and comprehensive group therapy. Rehabil Lit 1982;43(34):72-76.
TEIVE, Helio Afonso Ghizoni. Doença de Parkinson: Um Guia Prático para Pacientes e Familiares. São Paulo: Lemos, 2000.
Outro artigos em Portugués
http://www.efdeportes.com/ · FreeFind
revista digital · Año 11 · N° 101 | Buenos Aires, Octubre 2006
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A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor relacionado principalmente com a função de coordenação dos movimentos. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
As manifestações clínicas da DP surgem quando pelo menos 80% das células da substância negra são acometidas. As razões da perda progressiva dessas células ainda estão sendo pesquisadas, mas as possibilidades incluem vírus, envenenamento do meio ambiente e alterações químicas do cérebro.
As características motoras da DP relacionam-se com tremor em repouso; bradicinesia (lentidão na execução de movimentos), rigidez (hipertonia plástica, acometendo a musculatura flexora, determinando alterações típicas de postura) e distúrbio de equilíbrio (decorrente da perda de reflexos de readaptação postural). Embora haja exceções, quando pelo menos dois desses quatro tipos de sinais clínicos estão presentes, grandes são as chances do paciente ser portador da DP. (Teive, 2000).
Além das manifestações motoras, os pacientes com DP podem apresentar complicações não-motoras, sendo essas evidentes nas fases mais avançadas da doença. Dentre as principais complicações não-motoras Andrade et al, 1998, destaca:
a hipotensão ortostática;
distúrbios gastrointestinais (obstipação intestinal, disfagia, distúrbios de: esvaziamento gástrico, e salivação);
distúrbios respiratórios;
distúrbios sexuais;
distúrbios sensitivos e dor (são predominantemente desestesicos, com parestesias, desestesias tipo "queimação", dormência e dores profundas);
distúrbios do sono (presença de distúrbio do sono REM, da síndrome da apneia do sono, síndrome das pernas inquietas e do aumento de despertadores noturnos).
A escala de Hoehn e Yahr, desenvolvida na década de 60, classifica a DP em 5 estágios conforme o nível de gravidade. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
Estágio I: manifestações unilaterais da DP, incluindo as principais características: tremor, rigidez e bradicinesia.
Estágio II: manifestações bilaterais acima mencionadas, possíveis anormalidades da fala, postura fletida e marcha anormal.
Estágio III: agravamento bilateral das manifestações da DP, somadas aos distúrbios de equilíbrio.
Estágio IV: agravamento dos estágios anteriores; neste estágio os pacientes são incapazes de viverem de forma independente.
Estágio V: pacientes necessitam do auxílio de cadeira de rodas, ou estão confinados ao leito.
A doença de Parkinson ocorre com grande prevalência em indivíduos idosos. Em média estima-se de 100 a 150 casos para cada 100 mil pessoas. Inicia-se geralmente por volta dos 60 anos de idade e acometem ambos os sexos. Quando a doença se manifesta antes dos 40 anos é denominada parkinsonismo precoce. Em indivíduos jovens, com idade inferior a 21 anos é denominada parkinsionismo juvenil. Quanto mais jovem for o paciente com os sintomas da doença, maior será a possibilidade de haver um componente genético envolvido. (Teive, 2000; Andrade et al, 1998).
Além dos sinais motores mais visíveis 0identificados no parkinsoniano, o aspecto psicológico destes indivíduos também é afetado. Silberman et al. (2004), descrevem que a demência e a depressão podem agravar e trazer conseqüências negativas durante o desenvolvimento da doença. Muitos desses apresentam-se estressados e angustiados. A taxa de prevalência de depressão entre indivíduos com DP varia de 20% a 70%. Mohr et al. (1996), observaram que a ansiedade e a depressão podem exacerbar as dificuldades motoras apresentadas. Segundo Oxtoby & Williams (2000), a depressão surge anteriormente aos sintomas físicos em decorrência às alterações bioquímicas ocasionadas por ela.
A função cognitiva dos indivíduos com DP segundo Mäder apud Teive (2000), é prejudicada. A autora relata, que esses indivíduos freqüentemente se queixam de dificuldades para concentrar a atenção a fatos recentes. A capacidade de memorização, também é afetada, principalmente quando há aspectos depressivos associados.
A doença de Parkinson, atualmente não possui cura, porém, ela pode e deve ser tratada de forma a combater os sintomas e também retardar o seu progresso. Dentre os métodos de tratamento existentes atualmente estão: cirurgias, fármacos, fisioterapia, terapia ocupacional, estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia. Além disso, muitos trabalhos demonstram que a atividade física pode contribuir para amenizar os sintomas da DP.
Atividade física: benefícios e adaptações
Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.
A atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos (Hauser & Zesiewicz, 2001; Shepard, 1998; Kuroda et al., 1992). Além disso, segundo Shankar (2002) melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.
Estudos têm mostrado que a prática de atividades físicas tem proporcionado benefícios a indivíduos com DP. Essa prática segundo os autores deve ser regular uma vez que seus benefícios tendem a desaparecer após um período de interrupção dessas atividades (Comella et al., 1994).
Smith (2003); Sasco et al (1992), sugerem que a atividade física possui um efeito neuroprotetor sobre o cérebro, auxiliando na proteção de várias doenças neurodegenerativas. Segundo seus estudos realizados com ratos, os exercícios poderiam diminuir a vulnerabilidade da dopamina à agentes agressores. A plasticidade do cérebro e seu poder regenerador podem ser melhorados com a atividade física.
Caminhada
Na doença de Parkinson é muito comum o doente apresentar diferentes graus de dificuldades para deambular. Mesmo nos estágios iniciais da doença alguns indivíduos podem apresentar a cadência e tamanho dos passos diminuídos, mesmo quando a força, flexibilidade, postura e equilíbrio ainda estejam preservados. Segundo Piemonte (2002), isto ocorre porque os núcleos de base responsáveis pela execução de atividades automáticas, como o andar, estão afetados.
Sunvisson (1997), realizou um estudo com caminhadas com pessoas com DP em uma região montanhosa da Suíça. Ele verificou resultados positivos relacionados à melhora na redução do tempo na realização da atividade e da performance motora geral.
Miyai (2000), elaborou um treino de caminhada durante 4 semanas com suporte de 20% do peso corporal em 10 indivíduos com doença de Parkinson. Obteve melhora nas atividades de vida diária, marcha e na performance motora, conseguindo resultados superiores daqueles obtidos apenas com o manejo da fisioterapia de forma isolada.
Piemonte (2002), relata que a prática da caminhada terá maior resultado se a mesma for realizada em um ambiente tranqüilo de forma que o paciente mantenha atenção sobre os passos garantindo seu equilíbrio.
Para Oxtoby e Williams (2000), caminhar é uma forma excelente de exercício, assim como uma forma de manter a independência e conservar sob controle os interesses e atividades da pessoa com DP. Observando a importância da caminhada, elaboraram os seguintes procedimentos visando facilitar esta prática por esta população:
Pare e faça uma avaliação sobre as dificuldades ao caminhar;
Fique o mais ereto possível - inclinar-se para frente torna mais provável o desequilibro;
Coloque primeiro o calcanhar no chão, e depois o pé;
Possibilite que o próprio parkinsoniano, dê a si mesmo instruções faladas, tais como: "calcanhar, calcanhar" enquanto segue em frente. Esta é uma dica importante, já que para muitos desses indivíduos a realização de tarefas é facilitada a partir da transformação de ações em palavras.
Segundo Okamoto (1990), a manutenção de deambulação segura e independente depende da postura, equilíbrio e movimentos coordenados do paciente ao iniciar e parar.
A Associação Americana de Doença de Parkinson (APDA), oferece algumas dicas para a realização de uma caminhada mais segura e prazerosa para indivíduos com DP.
Ao andar ou ficar de pé, os pés devem ser mantidos separados aproximadamente 25 cm e não deve se cruzar;
Os pés devem elevar-se de maneira exagerada para desencorajar o arrastar de pé;
Os dedos devem varrer o chão para se evitar tropeços;
A oscilação dos membros superiores deve ser exagerada;
O paciente deve olhar para frente e não para o chão;
Os passos devem tender a ser mais longos;
Ao se virar, o paciente deve planejar fazer um grande arco, sem cruzar os pés;
Quando o paciente perceber que o andar está rápido, deve-se prontamente parar em pé, voltando ao ritmo inicial;
A marcha pode ser reassumida com passos altos e longos.
Treinamento de força, atividades posturais e de flexibilidade
A diminuição da força muscular ocorre de forma efetiva no parkinsoniano. A fraqueza decorrente da doença leva os indivíduos à insegurança à realização das atividades se limitando as atividades estritamente necessárias, levando a uma maior atrofia muscular e conseqüente diminuição da força (Scandalis et al., 2001).
Gallahue, (2003), relata que o ganho de força muscular através de um programa adequado de treinamento para os membros inferiores, são efetivos no condicionamento e manutenção do equilíbrio evitando quedas que, agravadas pelos distúrbios de equilíbrio, são freqüentes nesses indivíduos.
Shankar (2002), em um estudo de 12 semanas composto de um treinamento de caratê, envolvendo a parte superior do corpo junto com um programa de exercícios desenvolvido pelo United Parkinson Foundation, com dois grupos de pacientes com DP, conseguiu constatar benefícios na melhora da marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), exercícios de mobilidade, alongamentos e fortalecimento, contribuem imensamente para os parkinsonianos contribuindo para manter a capacidade de caminhar, aumento da flexibilidade, prevensão de uma postura encurvada e manter a mobilidade e a função mesmo com o progresso da bradicinesia e rigidez.
Exercícios de alongamento visando maior flexibilidade devem fazer parte de uma proposta de atividades físicas para indivíduos com Parkinson. Eles podem ajudar a diminuir rigidez muscular desses indivíduos, auxiliando na melhora da postura encurvada comum no doente de Parkinson (HAUSER, 2000; NOBREGA et al., 1999).
Esportes
Pessoas com Parkinson podem praticar qualquer tipo de esporte, no entanto, é mais seguro que ao praticar algum esporte escolha aquele adequado para a sua condição. Os jogos devem ser praticados de acordo com a condição física e o grau de comprometimento motor, apesar disso existem inúmeras possibilidades como tênis, squash, tênis de mesa, natação, caminhadas, entre outras.
De acordo com Oxtoby & Williams (2000), indivíduos com Parkinson que já praticam algum tipo de esporte, de maneira alguma precisam parar por causa da Doença. Todo exercício que traga prazer ao praticante, se praticado moderadamente, é benéfico.
É importante ao aconselhar exercícios ao indivíduo com Parkinson, avaliar o nível da doença, verificando a condição motora já afetada e introduzindo atividades que possam se adequar a cada nível. Esse fator é de grande importância, pois dependendo do nível e intensidade da atividade, pode haver riscos na prática de determinado esporte.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), para que as atividades possam alcançar resultados é importante introduzir atividades físicas que o paciente goste de praticar, para que haja adesão e continuidade nos programas de exercícios e seja garantido assim os benefícios vinculados a esta prática.
Reuter et al (1999), em estudo constituído em várias atividades esportivas, executadas duas vezes no período de 14 semanas em indivíduos com DP, obteve melhora na incapacidade motora, discinesia (movimentos involuntários) e bem estar, conduzindo para um melhor desempenho motor.
Em um estudo, Palmer, Mortmer & Webster (1986), realizaram um treinamento de caratê com 28 indivíduos com DP num período de 4 meses, 1 vez por semana durante 1 hora. Observaram resultados positivos na marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Mohr (1996), afirma que a terapia física e esportiva (especialmente atividades de resistência) entre indivíduos deprimidos com DP, proporciona melhoras significativas no humor.
Goetz et al. (1993); Szekely et al. (1982), relatam redução da ansiedade e do sentimento de isolamento quando doentes com DP são incluídos em grupos que realizam atividades físicas e esportivas.
Abordagem da Educação Física na doença de Parkinson
Não encontramos pesquisas significativas na área da Educação Física que aborde pessoas com DP. Além disso, poucos são os profissionais de Educação Física trabalhando com essa população.
Essa situação influencia no perfil dos trabalhos corporais realizados com esses indivíduos. Eles compreendem atividades físicas como terapia física. Dentro dessa terapia física segundo Engelhardt (2002), são identificadas algumas especialidades como: terapia física em grupo ou individual, terapia esportiva, natação terapêutica, ergoterapia, terapia ocupacional e terapia da fala.
Seus objetivos abrangem: (1) preservar e manter as funções dos indivíduos em alto nível; (2) melhorar a função motora, incluindo a iniciação do movimento, estabilização do tronco e ampliar os movimentos; (3) reduzir o tremor e a rigidez; (4) melhorar atividades de vida diária; (5) prevenir complicações secundárias, causadas pela atrofia muscular ou mudança na postura.
Devido a esta circunstância o foco na prática de exercícios por esta população pode limitar-se muito à esfera física do indivíduo e centrar-se nas disfunções ocasionadas pela DP.
Assim, um programa de atividade física com esta perspectiva, apesar do indiscutível ganho funcional, pode fragmentar as experiências corporais do individuo, excluindo por exemplo, os aspectos lúdicos, expressivos e de auto conhecimentos, enfatizados na prática do professor de Educação Física. Desta forma, consideramos de extrema importância que seja repensado a inclusão do professor de Educação Física na equipe multidisciplinar envolvida no cuidado desta população.
Referências bibliográficas
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SUNVISSON, Helena. et al. Changes in motor performance in persons with Parkinson's disease after exercise in a mountain area. J Neurosci Nurs 1997; 29 (4): 255-260.
SZEKELY BC, KOSANOVICH NN, SHEPPARD W. Adjuntive treatment in Parkinson's disease: physical therapy and comprehensive group therapy. Rehabil Lit 1982;43(34):72-76.
TEIVE, Helio Afonso Ghizoni. Doença de Parkinson: Um Guia Prático para Pacientes e Familiares. São Paulo: Lemos, 2000.
Outro artigos em Portugués
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revista digital · Año 11 · N° 101 | Buenos Aires, Octubre 2006
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Atividades físicas
Introdução
A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor relacionado principalmente com a função de coordenação dos movimentos. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
As manifestações clínicas da DP surgem quando pelo menos 80% das células da substância negra são acometidas. As razões da perda progressiva dessas células ainda estão sendo pesquisadas, mas as possibilidades incluem vírus, envenenamento do meio ambiente e alterações químicas do cérebro.
As características motoras da DP relacionam-se com tremor em repouso; bradicinesia (lentidão na execução de movimentos), rigidez (hipertonia plástica, acometendo a musculatura flexora, determinando alterações típicas de postura) e distúrbio de equilíbrio (decorrente da perda de reflexos de readaptação postural). Embora haja exceções, quando pelo menos dois desses quatro tipos de sinais clínicos estão presentes, grandes são as chances do paciente ser portador da DP. (Teive, 2000).
Além das manifestações motoras, os pacientes com DP podem apresentar complicações não-motoras, sendo essas evidentes nas fases mais avançadas da doença. Dentre as principais complicações não-motoras Andrade et al, 1998, destaca:
a hipotensão ortostática;
distúrbios gastrointestinais (obstipação intestinal, disfagia, distúrbios de: esvaziamento gástrico, e salivação);
distúrbios respiratórios;
distúrbios sexuais;
distúrbios sensitivos e dor (são predominantemente desestesicos, com parestesias, desestesias tipo "queimação", dormência e dores profundas);
distúrbios do sono (presença de distúrbio do sono REM, da síndrome da apneia do sono, síndrome das pernas inquietas e do aumento de despertadores noturnos).
A escala de Hoehn e Yahr, desenvolvida na década de 60, classifica a DP em 5 estágios conforme o nível de gravidade. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
Estágio I: manifestações unilaterais da DP, incluindo as principais características: tremor, rigidez e bradicinesia.
Estágio II: manifestações bilaterais acima mencionadas, possíveis anormalidades da fala, postura fletida e marcha anormal.
Estágio III: agravamento bilateral das manifestações da DP, somadas aos distúrbios de equilíbrio.
Estágio IV: agravamento dos estágios anteriores; neste estágio os pacientes são incapazes de viverem de forma independente.
Estágio V: pacientes necessitam do auxílio de cadeira de rodas, ou estão confinados ao leito.
A doença de Parkinson ocorre com grande prevalência em indivíduos idosos. Em média estima-se de 100 a 150 casos para cada 100 mil pessoas. Inicia-se geralmente por volta dos 60 anos de idade e acometem ambos os sexos. Quando a doença se manifesta antes dos 40 anos é denominada parkinsonismo precoce. Em indivíduos jovens, com idade inferior a 21 anos é denominada parkinsionismo juvenil. Quanto mais jovem for o paciente com os sintomas da doença, maior será a possibilidade de haver um componente genético envolvido. (Teive, 2000; Andrade et al, 1998).
Além dos sinais motores mais visíveis 0identificados no parkinsoniano, o aspecto psicológico destes indivíduos também é afetado. Silberman et al. (2004), descrevem que a demência e a depressão podem agravar e trazer conseqüências negativas durante o desenvolvimento da doença. Muitos desses apresentam-se estressados e angustiados. A taxa de prevalência de depressão entre indivíduos com DP varia de 20% a 70%. Mohr et al. (1996), observaram que a ansiedade e a depressão podem exacerbar as dificuldades motoras apresentadas. Segundo Oxtoby & Williams (2000), a depressão surge anteriormente aos sintomas físicos em decorrência às alterações bioquímicas ocasionadas por ela.
A função cognitiva dos indivíduos com DP segundo Mäder apud Teive (2000), é prejudicada. A autora relata, que esses indivíduos freqüentemente se queixam de dificuldades para concentrar a atenção a fatos recentes. A capacidade de memorização, também é afetada, principalmente quando há aspectos depressivos associados.
A doença de Parkinson, atualmente não possui cura, porém, ela pode e deve ser tratada de forma a combater os sintomas e também retardar o seu progresso. Dentre os métodos de tratamento existentes atualmente estão: cirurgias, fármacos, fisioterapia, terapia ocupacional, estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia. Além disso, muitos trabalhos demonstram que a atividade física pode contribuir para amenizar os sintomas da DP.
Atividade física: benefícios e adaptações
Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.
A atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos (Hauser & Zesiewicz, 2001; Shepard, 1998; Kuroda et al., 1992). Além disso, segundo Shankar (2002) melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.
Estudos têm mostrado que a prática de atividades físicas tem proporcionado benefícios a indivíduos com DP. Essa prática segundo os autores deve ser regular uma vez que seus benefícios tendem a desaparecer após um período de interrupção dessas atividades (Comella et al., 1994).
Smith (2003); Sasco et al (1992), sugerem que a atividade física possui um efeito neuroprotetor sobre o cérebro, auxiliando na proteção de várias doenças neurodegenerativas. Segundo seus estudos realizados com ratos, os exercícios poderiam diminuir a vulnerabilidade da dopamina à agentes agressores. A plasticidade do cérebro e seu poder regenerador podem ser melhorados com a atividade física.
Caminhada
Na doença de Parkinson é muito comum o doente apresentar diferentes graus de dificuldades para deambular. Mesmo nos estágios iniciais da doença alguns indivíduos podem apresentar a cadência e tamanho dos passos diminuídos, mesmo quando a força, flexibilidade, postura e equilíbrio ainda estejam preservados. Segundo Piemonte (2002), isto ocorre porque os núcleos de base responsáveis pela execução de atividades automáticas, como o andar, estão afetados.
Sunvisson (1997), realizou um estudo com caminhadas com pessoas com DP em uma região montanhosa da Suíça. Ele verificou resultados positivos relacionados à melhora na redução do tempo na realização da atividade e da performance motora geral.
Miyai (2000), elaborou um treino de caminhada durante 4 semanas com suporte de 20% do peso corporal em 10 indivíduos com doença de Parkinson. Obteve melhora nas atividades de vida diária, marcha e na performance motora, conseguindo resultados superiores daqueles obtidos apenas com o manejo da fisioterapia de forma isolada.
Piemonte (2002), relata que a prática da caminhada terá maior resultado se a mesma for realizada em um ambiente tranqüilo de forma que o paciente mantenha atenção sobre os passos garantindo seu equilíbrio.
Para Oxtoby e Williams (2000), caminhar é uma forma excelente de exercício, assim como uma forma de manter a independência e conservar sob controle os interesses e atividades da pessoa com DP. Observando a importância da caminhada, elaboraram os seguintes procedimentos visando facilitar esta prática por esta população:
Pare e faça uma avaliação sobre as dificuldades ao caminhar;
Fique o mais ereto possível - inclinar-se para frente torna mais provável o desequilibro;
Coloque primeiro o calcanhar no chão, e depois o pé;
Possibilite que o próprio parkinsoniano, dê a si mesmo instruções faladas, tais como: "calcanhar, calcanhar" enquanto segue em frente. Esta é uma dica importante, já que para muitos desses indivíduos a realização de tarefas é facilitada a partir da transformação de ações em palavras.
Segundo Okamoto (1990), a manutenção de deambulação segura e independente depende da postura, equilíbrio e movimentos coordenados do paciente ao iniciar e parar.
A Associação Americana de Doença de Parkinson (APDA), oferece algumas dicas para a realização de uma caminhada mais segura e prazerosa para indivíduos com DP.
Ao andar ou ficar de pé, os pés devem ser mantidos separados aproximadamente 25 cm e não deve se cruzar;
Os pés devem elevar-se de maneira exagerada para desencorajar o arrastar de pé;
Os dedos devem varrer o chão para se evitar tropeços;
A oscilação dos membros superiores deve ser exagerada;
O paciente deve olhar para frente e não para o chão;
Os passos devem tender a ser mais longos;
Ao se virar, o paciente deve planejar fazer um grande arco, sem cruzar os pés;
Quando o paciente perceber que o andar está rápido, deve-se prontamente parar em pé, voltando ao ritmo inicial;
A marcha pode ser reassumida com passos altos e longos.
Treinamento de força, atividades posturais e de flexibilidade
A diminuição da força muscular ocorre de forma efetiva no parkinsoniano. A fraqueza decorrente da doença leva os indivíduos à insegurança à realização das atividades se limitando as atividades estritamente necessárias, levando a uma maior atrofia muscular e conseqüente diminuição da força (Scandalis et al., 2001).
Gallahue, (2003), relata que o ganho de força muscular através de um programa adequado de treinamento para os membros inferiores, são efetivos no condicionamento e manutenção do equilíbrio evitando quedas que, agravadas pelos distúrbios de equilíbrio, são freqüentes nesses indivíduos.
Shankar (2002), em um estudo de 12 semanas composto de um treinamento de caratê, envolvendo a parte superior do corpo junto com um programa de exercícios desenvolvido pelo United Parkinson Foundation, com dois grupos de pacientes com DP, conseguiu constatar benefícios na melhora da marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), exercícios de mobilidade, alongamentos e fortalecimento, contribuem imensamente para os parkinsonianos contribuindo para manter a capacidade de caminhar, aumento da flexibilidade, prevensão de uma postura encurvada e manter a mobilidade e a função mesmo com o progresso da bradicinesia e rigidez.
Exercícios de alongamento visando maior flexibilidade devem fazer parte de uma proposta de atividades físicas para indivíduos com Parkinson. Eles podem ajudar a diminuir rigidez muscular desses indivíduos, auxiliando na melhora da postura encurvada comum no doente de Parkinson (HAUSER, 2000; NOBREGA et al., 1999).
Esportes
Pessoas com Parkinson podem praticar qualquer tipo de esporte, no entanto, é mais seguro que ao praticar algum esporte escolha aquele adequado para a sua condição. Os jogos devem ser praticados de acordo com a condição física e o grau de comprometimento motor, apesar disso existem inúmeras possibilidades como tênis, squash, tênis de mesa, natação, caminhadas, entre outras.
De acordo com Oxtoby & Williams (2000), indivíduos com Parkinson que já praticam algum tipo de esporte, de maneira alguma precisam parar por causa da Doença. Todo exercício que traga prazer ao praticante, se praticado moderadamente, é benéfico.
É importante ao aconselhar exercícios ao indivíduo com Parkinson, avaliar o nível da doença, verificando a condição motora já afetada e introduzindo atividades que possam se adequar a cada nível. Esse fator é de grande importância, pois dependendo do nível e intensidade da atividade, pode haver riscos na prática de determinado esporte.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), para que as atividades possam alcançar resultados é importante introduzir atividades físicas que o paciente goste de praticar, para que haja adesão e continuidade nos programas de exercícios e seja garantido assim os benefícios vinculados a esta prática.
Reuter et al (1999), em estudo constituído em várias atividades esportivas, executadas duas vezes no período de 14 semanas em indivíduos com DP, obteve melhora na incapacidade motora, discinesia (movimentos involuntários) e bem estar, conduzindo para um melhor desempenho motor.
Em um estudo, Palmer, Mortmer & Webster (1986), realizaram um treinamento de caratê com 28 indivíduos com DP num período de 4 meses, 1 vez por semana durante 1 hora. Observaram resultados positivos na marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Mohr (1996), afirma que a terapia física e esportiva (especialmente atividades de resistência) entre indivíduos deprimidos com DP, proporciona melhoras significativas no humor.
Goetz et al. (1993); Szekely et al. (1982), relatam redução da ansiedade e do sentimento de isolamento quando doentes com DP são incluídos em grupos que realizam atividades físicas e esportivas.
Abordagem da Educação Física na doença de Parkinson
Não encontramos pesquisas significativas na área da Educação Física que aborde pessoas com DP. Além disso, poucos são os profissionais de Educação Física trabalhando com essa população.
Essa situação influencia no perfil dos trabalhos corporais realizados com esses indivíduos. Eles compreendem atividades físicas como terapia física. Dentro dessa terapia física segundo Engelhardt (2002), são identificadas algumas especialidades como: terapia física em grupo ou individual, terapia esportiva, natação terapêutica, ergoterapia, terapia ocupacional e terapia da fala.
Seus objetivos abrangem: (1) preservar e manter as funções dos indivíduos em alto nível; (2) melhorar a função motora, incluindo a iniciação do movimento, estabilização do tronco e ampliar os movimentos; (3) reduzir o tremor e a rigidez; (4) melhorar atividades de vida diária; (5) prevenir complicações secundárias, causadas pela atrofia muscular ou mudança na postura.
Devido a esta circunstância o foco na prática de exercícios por esta população pode limitar-se muito à esfera física do indivíduo e centrar-se nas disfunções ocasionadas pela DP.
Assim, um programa de atividade física com esta perspectiva, apesar do indiscutível ganho funcional, pode fragmentar as experiências corporais do individuo, excluindo por exemplo, os aspectos lúdicos, expressivos e de auto conhecimentos, enfatizados na prática do professor de Educação Física. Desta forma, consideramos de extrema importância que seja repensado a inclusão do professor de Educação Física na equipe multidisciplinar envolvida no cuidado desta população.
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SUNVISSON, Helena. et al. Changes in motor performance in persons with Parkinson's disease after exercise in a mountain area. J Neurosci Nurs 1997; 29 (4): 255-260.
SZEKELY BC, KOSANOVICH NN, SHEPPARD W. Adjuntive treatment in Parkinson's disease: physical therapy and comprehensive group therapy. Rehabil Lit 1982;43(34):72-76.
TEIVE, Helio Afonso Ghizoni. Doença de Parkinson: Um Guia Prático para Pacientes e Familiares. São Paulo: Lemos, 2000.
Outro artigos em Portugués
http://www.efdeportes.com/ · FreeFind
revista digital · Año 11 · N° 101 | Buenos Aires, Octubre 2006
© 1997-2006 Derechos reservados
A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor relacionado principalmente com a função de coordenação dos movimentos. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
As manifestações clínicas da DP surgem quando pelo menos 80% das células da substância negra são acometidas. As razões da perda progressiva dessas células ainda estão sendo pesquisadas, mas as possibilidades incluem vírus, envenenamento do meio ambiente e alterações químicas do cérebro.
As características motoras da DP relacionam-se com tremor em repouso; bradicinesia (lentidão na execução de movimentos), rigidez (hipertonia plástica, acometendo a musculatura flexora, determinando alterações típicas de postura) e distúrbio de equilíbrio (decorrente da perda de reflexos de readaptação postural). Embora haja exceções, quando pelo menos dois desses quatro tipos de sinais clínicos estão presentes, grandes são as chances do paciente ser portador da DP. (Teive, 2000).
Além das manifestações motoras, os pacientes com DP podem apresentar complicações não-motoras, sendo essas evidentes nas fases mais avançadas da doença. Dentre as principais complicações não-motoras Andrade et al, 1998, destaca:
a hipotensão ortostática;
distúrbios gastrointestinais (obstipação intestinal, disfagia, distúrbios de: esvaziamento gástrico, e salivação);
distúrbios respiratórios;
distúrbios sexuais;
distúrbios sensitivos e dor (são predominantemente desestesicos, com parestesias, desestesias tipo "queimação", dormência e dores profundas);
distúrbios do sono (presença de distúrbio do sono REM, da síndrome da apneia do sono, síndrome das pernas inquietas e do aumento de despertadores noturnos).
A escala de Hoehn e Yahr, desenvolvida na década de 60, classifica a DP em 5 estágios conforme o nível de gravidade. (Hauser & Zesiewicz, 2001)
Estágio I: manifestações unilaterais da DP, incluindo as principais características: tremor, rigidez e bradicinesia.
Estágio II: manifestações bilaterais acima mencionadas, possíveis anormalidades da fala, postura fletida e marcha anormal.
Estágio III: agravamento bilateral das manifestações da DP, somadas aos distúrbios de equilíbrio.
Estágio IV: agravamento dos estágios anteriores; neste estágio os pacientes são incapazes de viverem de forma independente.
Estágio V: pacientes necessitam do auxílio de cadeira de rodas, ou estão confinados ao leito.
A doença de Parkinson ocorre com grande prevalência em indivíduos idosos. Em média estima-se de 100 a 150 casos para cada 100 mil pessoas. Inicia-se geralmente por volta dos 60 anos de idade e acometem ambos os sexos. Quando a doença se manifesta antes dos 40 anos é denominada parkinsonismo precoce. Em indivíduos jovens, com idade inferior a 21 anos é denominada parkinsionismo juvenil. Quanto mais jovem for o paciente com os sintomas da doença, maior será a possibilidade de haver um componente genético envolvido. (Teive, 2000; Andrade et al, 1998).
Além dos sinais motores mais visíveis 0identificados no parkinsoniano, o aspecto psicológico destes indivíduos também é afetado. Silberman et al. (2004), descrevem que a demência e a depressão podem agravar e trazer conseqüências negativas durante o desenvolvimento da doença. Muitos desses apresentam-se estressados e angustiados. A taxa de prevalência de depressão entre indivíduos com DP varia de 20% a 70%. Mohr et al. (1996), observaram que a ansiedade e a depressão podem exacerbar as dificuldades motoras apresentadas. Segundo Oxtoby & Williams (2000), a depressão surge anteriormente aos sintomas físicos em decorrência às alterações bioquímicas ocasionadas por ela.
A função cognitiva dos indivíduos com DP segundo Mäder apud Teive (2000), é prejudicada. A autora relata, que esses indivíduos freqüentemente se queixam de dificuldades para concentrar a atenção a fatos recentes. A capacidade de memorização, também é afetada, principalmente quando há aspectos depressivos associados.
A doença de Parkinson, atualmente não possui cura, porém, ela pode e deve ser tratada de forma a combater os sintomas e também retardar o seu progresso. Dentre os métodos de tratamento existentes atualmente estão: cirurgias, fármacos, fisioterapia, terapia ocupacional, estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia. Além disso, muitos trabalhos demonstram que a atividade física pode contribuir para amenizar os sintomas da DP.
Atividade física: benefícios e adaptações
Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.
A atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos (Hauser & Zesiewicz, 2001; Shepard, 1998; Kuroda et al., 1992). Além disso, segundo Shankar (2002) melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.
Estudos têm mostrado que a prática de atividades físicas tem proporcionado benefícios a indivíduos com DP. Essa prática segundo os autores deve ser regular uma vez que seus benefícios tendem a desaparecer após um período de interrupção dessas atividades (Comella et al., 1994).
Smith (2003); Sasco et al (1992), sugerem que a atividade física possui um efeito neuroprotetor sobre o cérebro, auxiliando na proteção de várias doenças neurodegenerativas. Segundo seus estudos realizados com ratos, os exercícios poderiam diminuir a vulnerabilidade da dopamina à agentes agressores. A plasticidade do cérebro e seu poder regenerador podem ser melhorados com a atividade física.
Caminhada
Na doença de Parkinson é muito comum o doente apresentar diferentes graus de dificuldades para deambular. Mesmo nos estágios iniciais da doença alguns indivíduos podem apresentar a cadência e tamanho dos passos diminuídos, mesmo quando a força, flexibilidade, postura e equilíbrio ainda estejam preservados. Segundo Piemonte (2002), isto ocorre porque os núcleos de base responsáveis pela execução de atividades automáticas, como o andar, estão afetados.
Sunvisson (1997), realizou um estudo com caminhadas com pessoas com DP em uma região montanhosa da Suíça. Ele verificou resultados positivos relacionados à melhora na redução do tempo na realização da atividade e da performance motora geral.
Miyai (2000), elaborou um treino de caminhada durante 4 semanas com suporte de 20% do peso corporal em 10 indivíduos com doença de Parkinson. Obteve melhora nas atividades de vida diária, marcha e na performance motora, conseguindo resultados superiores daqueles obtidos apenas com o manejo da fisioterapia de forma isolada.
Piemonte (2002), relata que a prática da caminhada terá maior resultado se a mesma for realizada em um ambiente tranqüilo de forma que o paciente mantenha atenção sobre os passos garantindo seu equilíbrio.
Para Oxtoby e Williams (2000), caminhar é uma forma excelente de exercício, assim como uma forma de manter a independência e conservar sob controle os interesses e atividades da pessoa com DP. Observando a importância da caminhada, elaboraram os seguintes procedimentos visando facilitar esta prática por esta população:
Pare e faça uma avaliação sobre as dificuldades ao caminhar;
Fique o mais ereto possível - inclinar-se para frente torna mais provável o desequilibro;
Coloque primeiro o calcanhar no chão, e depois o pé;
Possibilite que o próprio parkinsoniano, dê a si mesmo instruções faladas, tais como: "calcanhar, calcanhar" enquanto segue em frente. Esta é uma dica importante, já que para muitos desses indivíduos a realização de tarefas é facilitada a partir da transformação de ações em palavras.
Segundo Okamoto (1990), a manutenção de deambulação segura e independente depende da postura, equilíbrio e movimentos coordenados do paciente ao iniciar e parar.
A Associação Americana de Doença de Parkinson (APDA), oferece algumas dicas para a realização de uma caminhada mais segura e prazerosa para indivíduos com DP.
Ao andar ou ficar de pé, os pés devem ser mantidos separados aproximadamente 25 cm e não deve se cruzar;
Os pés devem elevar-se de maneira exagerada para desencorajar o arrastar de pé;
Os dedos devem varrer o chão para se evitar tropeços;
A oscilação dos membros superiores deve ser exagerada;
O paciente deve olhar para frente e não para o chão;
Os passos devem tender a ser mais longos;
Ao se virar, o paciente deve planejar fazer um grande arco, sem cruzar os pés;
Quando o paciente perceber que o andar está rápido, deve-se prontamente parar em pé, voltando ao ritmo inicial;
A marcha pode ser reassumida com passos altos e longos.
Treinamento de força, atividades posturais e de flexibilidade
A diminuição da força muscular ocorre de forma efetiva no parkinsoniano. A fraqueza decorrente da doença leva os indivíduos à insegurança à realização das atividades se limitando as atividades estritamente necessárias, levando a uma maior atrofia muscular e conseqüente diminuição da força (Scandalis et al., 2001).
Gallahue, (2003), relata que o ganho de força muscular através de um programa adequado de treinamento para os membros inferiores, são efetivos no condicionamento e manutenção do equilíbrio evitando quedas que, agravadas pelos distúrbios de equilíbrio, são freqüentes nesses indivíduos.
Shankar (2002), em um estudo de 12 semanas composto de um treinamento de caratê, envolvendo a parte superior do corpo junto com um programa de exercícios desenvolvido pelo United Parkinson Foundation, com dois grupos de pacientes com DP, conseguiu constatar benefícios na melhora da marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), exercícios de mobilidade, alongamentos e fortalecimento, contribuem imensamente para os parkinsonianos contribuindo para manter a capacidade de caminhar, aumento da flexibilidade, prevensão de uma postura encurvada e manter a mobilidade e a função mesmo com o progresso da bradicinesia e rigidez.
Exercícios de alongamento visando maior flexibilidade devem fazer parte de uma proposta de atividades físicas para indivíduos com Parkinson. Eles podem ajudar a diminuir rigidez muscular desses indivíduos, auxiliando na melhora da postura encurvada comum no doente de Parkinson (HAUSER, 2000; NOBREGA et al., 1999).
Esportes
Pessoas com Parkinson podem praticar qualquer tipo de esporte, no entanto, é mais seguro que ao praticar algum esporte escolha aquele adequado para a sua condição. Os jogos devem ser praticados de acordo com a condição física e o grau de comprometimento motor, apesar disso existem inúmeras possibilidades como tênis, squash, tênis de mesa, natação, caminhadas, entre outras.
De acordo com Oxtoby & Williams (2000), indivíduos com Parkinson que já praticam algum tipo de esporte, de maneira alguma precisam parar por causa da Doença. Todo exercício que traga prazer ao praticante, se praticado moderadamente, é benéfico.
É importante ao aconselhar exercícios ao indivíduo com Parkinson, avaliar o nível da doença, verificando a condição motora já afetada e introduzindo atividades que possam se adequar a cada nível. Esse fator é de grande importância, pois dependendo do nível e intensidade da atividade, pode haver riscos na prática de determinado esporte.
Segundo Hauser & Zesiewicz (2001), para que as atividades possam alcançar resultados é importante introduzir atividades físicas que o paciente goste de praticar, para que haja adesão e continuidade nos programas de exercícios e seja garantido assim os benefícios vinculados a esta prática.
Reuter et al (1999), em estudo constituído em várias atividades esportivas, executadas duas vezes no período de 14 semanas em indivíduos com DP, obteve melhora na incapacidade motora, discinesia (movimentos involuntários) e bem estar, conduzindo para um melhor desempenho motor.
Em um estudo, Palmer, Mortmer & Webster (1986), realizaram um treinamento de caratê com 28 indivíduos com DP num período de 4 meses, 1 vez por semana durante 1 hora. Observaram resultados positivos na marcha, tremor, força de preensão e coordenação motora.
Mohr (1996), afirma que a terapia física e esportiva (especialmente atividades de resistência) entre indivíduos deprimidos com DP, proporciona melhoras significativas no humor.
Goetz et al. (1993); Szekely et al. (1982), relatam redução da ansiedade e do sentimento de isolamento quando doentes com DP são incluídos em grupos que realizam atividades físicas e esportivas.
Abordagem da Educação Física na doença de Parkinson
Não encontramos pesquisas significativas na área da Educação Física que aborde pessoas com DP. Além disso, poucos são os profissionais de Educação Física trabalhando com essa população.
Essa situação influencia no perfil dos trabalhos corporais realizados com esses indivíduos. Eles compreendem atividades físicas como terapia física. Dentro dessa terapia física segundo Engelhardt (2002), são identificadas algumas especialidades como: terapia física em grupo ou individual, terapia esportiva, natação terapêutica, ergoterapia, terapia ocupacional e terapia da fala.
Seus objetivos abrangem: (1) preservar e manter as funções dos indivíduos em alto nível; (2) melhorar a função motora, incluindo a iniciação do movimento, estabilização do tronco e ampliar os movimentos; (3) reduzir o tremor e a rigidez; (4) melhorar atividades de vida diária; (5) prevenir complicações secundárias, causadas pela atrofia muscular ou mudança na postura.
Devido a esta circunstância o foco na prática de exercícios por esta população pode limitar-se muito à esfera física do indivíduo e centrar-se nas disfunções ocasionadas pela DP.
Assim, um programa de atividade física com esta perspectiva, apesar do indiscutível ganho funcional, pode fragmentar as experiências corporais do individuo, excluindo por exemplo, os aspectos lúdicos, expressivos e de auto conhecimentos, enfatizados na prática do professor de Educação Física. Desta forma, consideramos de extrema importância que seja repensado a inclusão do professor de Educação Física na equipe multidisciplinar envolvida no cuidado desta população.
Referências bibliográficas
ANDRADE, Luiz Augusto Franco de et al. Doença de Parkinson: estratégias atuais de tratamento. São Paulo: Lemos, 1998.
COMELLA CL, STEBBINS GT, BROWN-TOMS N. Physical therapy and Parkinson's disease: a controlled clinical trial. Neurology 1994;44(3pt1):376-378.
GALLAHUE, David L.; OZMUN, John C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
GOETZ CG, THELEN JA, MACLEOD CM. Blood levedopa levels and unified Parkinson's disease rating scale function: with and without exercise. Neurology 1993;43(5):1040-1042.
HAUSER Robert. A doença de Parkinson - perguntas e respostas. Espanha: Merit, 2000.
HAUSER, Robert; ZESIEWICZ, Theresa. A doença de Parkinson: perguntas e respostas. São Paulo: Novartis, 2001.
KURODA K, TATARA K, TAKATORIGE T. Effect of physical exercise on mortality in patients with Parkinson's disease. Acta Neurol Scand 1992;86(1)55-59.
MIYAI, Ichiro et al. Teradmill training with body weight support: its effect on Parkinon's disease. Arch Phys Med Reahabil. 2000; 81 (7): 849-852.
MOHR B, MÜLLER V, MATTES R. Behavioral treatment of Parkinson's disease leads to improvement of motor skills and to tremor reduction. Behav Ther 1996;27:235-255.
NOBREGA A.C.L, Freitas EV, Oliveira MAB et al. Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: Atividade física e saúde no idoso. Rev. Bras. Med. Esporte 1999; 5(6):207-11.
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OXTOBY, Marie; WILLIAMS, Adrian. Tudo sobre doença de Parkinson: respostas às suas dúvidas. São Paulo: Andrei, 2000.
PIEMONTE, Maria Elisa P. Programa Semanal de Exercícios para Pacientes com Doença de Parkinson. São Paulo: Lemos, 2003.
PALMER S.S; MORTIMER J.A; WEBSTER D.D, et al. Exercise therapy for Parkinon's disease. Arch Phys Med Rehabil. 67: 741-745, 1986.
REUTER, Iris et al. Therapeutic value of exercise training in Parkinson's disease. Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 31, No. 11, pp. 1544-1549, 1999.
SASCO Aj, PAFFENBARGER Rs Jr, GENDRE I. The role of physical exercise in the ocorrence of Parkinson's disease. Arch Neurol 1992;49(4):360-365.
SCANDALIS T.A., BOSAK A., BERLINER J.C, et al. Resistance training and gait function in patients with Parkinson's disease. In: Am J Phys Med Rehabil. New York. V.1, n. 80. p. 38-43, 2001. Pubmed Disponível em: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed.
SHANKAR. Kamala. Prescrição de Exercícios. Rio de Janeiro: Guanabara . 2002.
SHEPHARD R.J. Aging and Exercise. In: Encyclopedia of Sports Medicine and Science, Fahey TD (editor). Internet Society for Sport Science: http://sportsci.org. Toronto, 1998. Traduzido por: Professor Guimarães A.O.B.
SILBERMAN, Cláudia Débora, LAKS, Jerson, RODRIGUES, Cláudia Soares et al. Uma revisão sobre depressão como fator de risco na Doença de Parkinson e seu impacto na cognição. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul, jan./abr. 2004, vol.26, no.1, p.52-60.
SMITH A.D. Can the brain be protected through exercise? Lessons from an animal model of parkinsonism. In: Experimental Neurology. Pittsburgh, v.184, n 1, p.31-39. 2003. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/ pubmed. Acesso em 01 out 2005.
SUNVISSON, Helena. et al. Changes in motor performance in persons with Parkinson's disease after exercise in a mountain area. J Neurosci Nurs 1997; 29 (4): 255-260.
SZEKELY BC, KOSANOVICH NN, SHEPPARD W. Adjuntive treatment in Parkinson's disease: physical therapy and comprehensive group therapy. Rehabil Lit 1982;43(34):72-76.
TEIVE, Helio Afonso Ghizoni. Doença de Parkinson: Um Guia Prático para Pacientes e Familiares. São Paulo: Lemos, 2000.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Reportagem Correio do Sul
Portadores de Parkinson querem sede estruturada
União
Associação ganhou local para os encontros
mas precisa de ajuda material e de voluntários
Araranguá
A Associação Parkinson Tocando em Frente, foi criada em 22 de junho de 2008, como grupo de apoio aos portadores da doença e seus familiares. Atualmente estão cadastradas 42 pessoas, mas cerca de 30 mantêm contato direto com a entidade e participam das atividades.
O trabalho que antes era desenvolvido por uma psicóloga do município, que faleceu em um acidente de trânsito, hoje é realizado por voluntários; entre eles uma enfermeira, um maestro e uma psicóloga que oferecem além de muito carinho, apoio profissional.
A presidente da associação, Maria Célia Figueiredo, conta que as atividades reiniciaram no início de fevereiro e que já estão em ritmo acelerado.
A prefeitura auxilia no transporte dos participantes até o encontro, que ocorre sempre nas quintas-feiras, das 14h às 16h30min, na sede do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens, que cedeu suas instalações para que o projeto acontecesse. Em março as atividades do coral serão retomadas e a associação ainda busca voluntários que possam oferecer aulas de dança e artesanato, possibilitando desta forma mais uma terapia ocupacional.
Maria Célia explica que as dinâmicas com a psicóloga, trocas de experiências, vivências e as informações com relação a doença, são de grande importância e colaboram para a recuperação do paciente. "A medicação sozinha não dá conta. Precisamos de todas essas ações para poder estar bem", afirma ela.
A presidente relata ainda que está pleiteando junto à Promotoria Pública, o atendimento de profissionais como um fonoaudiólogo, psicólogo e fisioterapeuta para os pacientes que necessitem.
Os medicamentos gratuitos são recebidos depois que a associação encaminha o paciente para consulta com um neurologista, no Hospital Celso Ramos, em Florianópolis. A liberação depende da avaliação do especialista.
Entre outros direitos, os portadores de Parkinson podem adquirir veículos com 40% de desconto e obter isenção de alguns impostos.
Vencendo os próprios medos
A história de vida da presidente da Associação, Maria Célia Figueiredo, é um exemplo de luta contra não somente a doença, mas às suas próprias limitações, medos e preconceitos. Hoje com 37 anos, ela conta que há oito descobriu ser portadora da doença. O diagnostico demorou pela dificuldade em detectar o Parkinson através de exames laboratoriais. "Eu sentia rigidez, câimbra e fortes dores nas pernas e o ortopedista chegou a fazer uma cirurgia sem necessidade", lembra.
Após ter sido diagnosticada, ela se entregou. Deixou os afazeres de casa de lado, se aposentou, se achava uma inútil e após perder 17kg, entrou em depressão e tentou suicídio. "Para mim aquilo era o fim do mundo" relata emocionada.
A mudança começou no dia em que foi a capital buscar a medicação e chegando lá foi informada de que o medicamento já havia sido enviado para Araranguá. Célia descobriu que na realidade tinha recebido uma doação de alguém que até hoje não sabe quem é. Quando tomou os remédios e 24h depois voltou a andar, resolveu lutar. "Eu não sei quem doou aquela medicação, mas só pode ter sido alguém enviado por Deus", comenta em meio às lagrimas.
Sua disposição mudou tanto que a criação do grupo que hoje se tornou associação partiu de sua iniciativa. "O preconceito ainda existe por parte da sociedade e do próprio doente, que passa a ser tratado como deficiente físico, quando na realidade possui apenas algumas limitações", ressalta.
Maria alimenta ainda na internet o blog da entidade, que contém informações e notícias sobre o assunto. Interessados podem acessar www. grupo dapoiodepk.blogspot.com, falar com ela através do telefone 9995-4351 ou pessoalmente na sede.
Quem possuir para doação material de escritório, limpeza, ventilador, aparelho de som, materiais didáticos, colchonetes, cadeiras e até mesmo voluntários que desejam ensinar terapias ocupacionais, podem procurar a entidade que serão bem recebidos.
Foto
União
Associação ganhou local para os encontros
mas precisa de ajuda material e de voluntários
Araranguá
A Associação Parkinson Tocando em Frente, foi criada em 22 de junho de 2008, como grupo de apoio aos portadores da doença e seus familiares. Atualmente estão cadastradas 42 pessoas, mas cerca de 30 mantêm contato direto com a entidade e participam das atividades.
O trabalho que antes era desenvolvido por uma psicóloga do município, que faleceu em um acidente de trânsito, hoje é realizado por voluntários; entre eles uma enfermeira, um maestro e uma psicóloga que oferecem além de muito carinho, apoio profissional.
A presidente da associação, Maria Célia Figueiredo, conta que as atividades reiniciaram no início de fevereiro e que já estão em ritmo acelerado.
A prefeitura auxilia no transporte dos participantes até o encontro, que ocorre sempre nas quintas-feiras, das 14h às 16h30min, na sede do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens, que cedeu suas instalações para que o projeto acontecesse. Em março as atividades do coral serão retomadas e a associação ainda busca voluntários que possam oferecer aulas de dança e artesanato, possibilitando desta forma mais uma terapia ocupacional.
Maria Célia explica que as dinâmicas com a psicóloga, trocas de experiências, vivências e as informações com relação a doença, são de grande importância e colaboram para a recuperação do paciente. "A medicação sozinha não dá conta. Precisamos de todas essas ações para poder estar bem", afirma ela.
A presidente relata ainda que está pleiteando junto à Promotoria Pública, o atendimento de profissionais como um fonoaudiólogo, psicólogo e fisioterapeuta para os pacientes que necessitem.
Os medicamentos gratuitos são recebidos depois que a associação encaminha o paciente para consulta com um neurologista, no Hospital Celso Ramos, em Florianópolis. A liberação depende da avaliação do especialista.
Entre outros direitos, os portadores de Parkinson podem adquirir veículos com 40% de desconto e obter isenção de alguns impostos.
Vencendo os próprios medos
A história de vida da presidente da Associação, Maria Célia Figueiredo, é um exemplo de luta contra não somente a doença, mas às suas próprias limitações, medos e preconceitos. Hoje com 37 anos, ela conta que há oito descobriu ser portadora da doença. O diagnostico demorou pela dificuldade em detectar o Parkinson através de exames laboratoriais. "Eu sentia rigidez, câimbra e fortes dores nas pernas e o ortopedista chegou a fazer uma cirurgia sem necessidade", lembra.
Após ter sido diagnosticada, ela se entregou. Deixou os afazeres de casa de lado, se aposentou, se achava uma inútil e após perder 17kg, entrou em depressão e tentou suicídio. "Para mim aquilo era o fim do mundo" relata emocionada.
A mudança começou no dia em que foi a capital buscar a medicação e chegando lá foi informada de que o medicamento já havia sido enviado para Araranguá. Célia descobriu que na realidade tinha recebido uma doação de alguém que até hoje não sabe quem é. Quando tomou os remédios e 24h depois voltou a andar, resolveu lutar. "Eu não sei quem doou aquela medicação, mas só pode ter sido alguém enviado por Deus", comenta em meio às lagrimas.
Sua disposição mudou tanto que a criação do grupo que hoje se tornou associação partiu de sua iniciativa. "O preconceito ainda existe por parte da sociedade e do próprio doente, que passa a ser tratado como deficiente físico, quando na realidade possui apenas algumas limitações", ressalta.
Maria alimenta ainda na internet o blog da entidade, que contém informações e notícias sobre o assunto. Interessados podem acessar www. grupo dapoiodepk.blogspot.com, falar com ela através do telefone 9995-4351 ou pessoalmente na sede.
Quem possuir para doação material de escritório, limpeza, ventilador, aparelho de som, materiais didáticos, colchonetes, cadeiras e até mesmo voluntários que desejam ensinar terapias ocupacionais, podem procurar a entidade que serão bem recebidos.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Mensagem
Mensagem do Meu Anjo - Revolução do ser
00:12 - 15/02/2010
Como exigir respeito da sociedade que nós mesmos desrespeitamos?
Como fazer valer leis que nem sempre observamos?
Como gritar pelo silêncio que nós mesmos violamos?
Como exigir educação que não ofertamos?
Como reclamar direitos sem cumprir com deveres?
É mais do que tempo de começar uma revolução silenciosa, sem armas, sem gritos, sem comícios barulhentos, sem mídia, sem alvoroço, mas que funciona espantosamente.
É hora de cuidar da sua casa, demonstrar para a sua família, filhos, pais, irmãos e sobrinhos, aquilo que você realmente quer ver no mundo.
Respeitar os pequenos códigos e leis da sociedade, coisas que muita gente acha que são bobagens, que muita gente acredita que pode fazer "porque todo mundo faz".
Aprendemos com as atitudes de cada um.
Nossos filhos nos observam e repetem o que fazemos.
Por isso, é hora de dirigir sem falar ao celular, sem beber qualquer bebida alcoólica e ser feliz sem ela.
Ao buscar seu filho na escola, não parar em local proibido, nem em fila dupla, ainda que seja só um instantinho.
Respeitar a sinalização de trânsito, seja ela qual for, em qualquer hora ou local.
Rejeitar vantagens que não sejam iguais para todos, fugir do tal"jeitinho" brasileiro, sem oferecer ou aceitar qualquer tipo de "suborno".
Jamais usar um arma de fogo e quando possível, rejeitar qualquer lei que legalize ou libere as mesmas.
Ter tempo para ajudar na lição de casa dos filhos, conversar com a pessoa amada, respeitar os pais, venerar os idosos, ter atitudes de respeito para com o próximo, sem esquecer jamais que envelheceremos e que o mundo dá voltas completas. Que os que estão por cima hoje, amanhã poderão estar por baixo, e pode ser qualquer um de nós.
Somos nós quem criamos os políticos que vão nos governar amanhã. É o nosso filho ou filha, é um parente que deixamos de lado, é um vizinho que cresceu observando todos os nossos erros e que nenhuma escola foi capaz de mudar sua índole. Os políticos que temos hoje não vieram de Marte, nem foram importados. Eles são gente da nossa gente, que recebeu e percebeu os mesmos valores que estamos cultivando.
Gente que se espanta quando alguém acha dinheiro na rua ou no lixo e devolve para o dono, ou entrega para a
Justiça pois sabem que não lhes pertence.
Gente que se espanta com quem não aceita "vantagens" que possam corromper a sua vida. Que não aceitam as bebidas, as drogas, as traições conjugais como "coisas normais".
Hoje, os honestos, os que seguem às leis estão ausentes, silenciosos, são vistos como ET´s, mas somos a maioria. Somos aqueles que podem transformar o mundo em questão de poucos anos sem derramar uma só gota de sangue.
Basta iniciar uma revolução na sua casa, pregando valores reais como justiça, solidariedade, respeito e paz. De repente, esses valores vão se espalhando como rastilho de pólvora e logo, mais e mais pessoas que respeitam a vida, que adotam os bons valores serão tantos que os que cometem crimes se sentirão envergonhados.
Aqueles pais que insistem em parar na fila dupla, os "malandros" que insistem em furar filas, andar pelo acostamento, dar "carteirada", gritar o famoso: "-sabe com que você tá falando" serão uma minoria decadente, pobres de espírito que sentirão que não estão no lugar certo e buscarão se adaptar as mudanças ou mudarem de vez para outro lugar.
Tudo começa na sua casa.
No seu exemplo nas ruas.
No lixo que você joga no lixo.
No respeito as leis naturais da vida e dos homens.
Na leitura de bons livros, no investir na sua cultura.
No respeito à sua integridade moral e pessoal.
Em deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo, certo de ter feito o seu melhor.
Nunca seremos perfeitos, e nem é essa a motivação da nossa vida, mas seremos a própria justiça, a própria dignidade que esperamos do próximo, pois descobriremos que o próximo, somos nós mesmos.
Comece agora a sua revolução, valorize o que é certo e propague o que é bom!
*Se puder, espalhe essa mensagem para os amigos.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br
www.oolong.com.br
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00:12 - 15/02/2010
Como exigir respeito da sociedade que nós mesmos desrespeitamos?
Como fazer valer leis que nem sempre observamos?
Como gritar pelo silêncio que nós mesmos violamos?
Como exigir educação que não ofertamos?
Como reclamar direitos sem cumprir com deveres?
É mais do que tempo de começar uma revolução silenciosa, sem armas, sem gritos, sem comícios barulhentos, sem mídia, sem alvoroço, mas que funciona espantosamente.
É hora de cuidar da sua casa, demonstrar para a sua família, filhos, pais, irmãos e sobrinhos, aquilo que você realmente quer ver no mundo.
Respeitar os pequenos códigos e leis da sociedade, coisas que muita gente acha que são bobagens, que muita gente acredita que pode fazer "porque todo mundo faz".
Aprendemos com as atitudes de cada um.
Nossos filhos nos observam e repetem o que fazemos.
Por isso, é hora de dirigir sem falar ao celular, sem beber qualquer bebida alcoólica e ser feliz sem ela.
Ao buscar seu filho na escola, não parar em local proibido, nem em fila dupla, ainda que seja só um instantinho.
Respeitar a sinalização de trânsito, seja ela qual for, em qualquer hora ou local.
Rejeitar vantagens que não sejam iguais para todos, fugir do tal"jeitinho" brasileiro, sem oferecer ou aceitar qualquer tipo de "suborno".
Jamais usar um arma de fogo e quando possível, rejeitar qualquer lei que legalize ou libere as mesmas.
Ter tempo para ajudar na lição de casa dos filhos, conversar com a pessoa amada, respeitar os pais, venerar os idosos, ter atitudes de respeito para com o próximo, sem esquecer jamais que envelheceremos e que o mundo dá voltas completas. Que os que estão por cima hoje, amanhã poderão estar por baixo, e pode ser qualquer um de nós.
Somos nós quem criamos os políticos que vão nos governar amanhã. É o nosso filho ou filha, é um parente que deixamos de lado, é um vizinho que cresceu observando todos os nossos erros e que nenhuma escola foi capaz de mudar sua índole. Os políticos que temos hoje não vieram de Marte, nem foram importados. Eles são gente da nossa gente, que recebeu e percebeu os mesmos valores que estamos cultivando.
Gente que se espanta quando alguém acha dinheiro na rua ou no lixo e devolve para o dono, ou entrega para a
Justiça pois sabem que não lhes pertence.
Gente que se espanta com quem não aceita "vantagens" que possam corromper a sua vida. Que não aceitam as bebidas, as drogas, as traições conjugais como "coisas normais".
Hoje, os honestos, os que seguem às leis estão ausentes, silenciosos, são vistos como ET´s, mas somos a maioria. Somos aqueles que podem transformar o mundo em questão de poucos anos sem derramar uma só gota de sangue.
Basta iniciar uma revolução na sua casa, pregando valores reais como justiça, solidariedade, respeito e paz. De repente, esses valores vão se espalhando como rastilho de pólvora e logo, mais e mais pessoas que respeitam a vida, que adotam os bons valores serão tantos que os que cometem crimes se sentirão envergonhados.
Aqueles pais que insistem em parar na fila dupla, os "malandros" que insistem em furar filas, andar pelo acostamento, dar "carteirada", gritar o famoso: "-sabe com que você tá falando" serão uma minoria decadente, pobres de espírito que sentirão que não estão no lugar certo e buscarão se adaptar as mudanças ou mudarem de vez para outro lugar.
Tudo começa na sua casa.
No seu exemplo nas ruas.
No lixo que você joga no lixo.
No respeito as leis naturais da vida e dos homens.
Na leitura de bons livros, no investir na sua cultura.
No respeito à sua integridade moral e pessoal.
Em deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo, certo de ter feito o seu melhor.
Nunca seremos perfeitos, e nem é essa a motivação da nossa vida, mas seremos a própria justiça, a própria dignidade que esperamos do próximo, pois descobriremos que o próximo, somos nós mesmos.
Comece agora a sua revolução, valorize o que é certo e propague o que é bom!
*Se puder, espalhe essa mensagem para os amigos.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br
www.oolong.com.br
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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